Defesa quer que deputado cumpra pena em Brasília para exercer mandato

A defesa do deputado federal João Rodrigues (PSD-SC), preso, no aeroporto de Guarulhos (SP), que vai requerer que o parlamentar cumpra pena em Brasília (DF), pois, de acordo com o advogado Marlon Berlon, o parlamentar poderá cumprir o mandato dele; a defesa também informou que, após a publicação do acórdão do julgamento do congressista, será solicitado o decreto de prescrição da pena; O TRF-4 condenou João Rodrigues a cinco anos e três meses em regime semiaberto em 2009, por fraude e por dispensa irregular de solicitação

A defesa do deputado federal João Rodrigues (PSD-SC), preso, no aeroporto de Guarulhos (SP), que vai requerer que o parlamentar cumpra pena em Brasília (DF), pois, de acordo com o advogado Marlon Berlon, o parlamentar poderá cumprir o mandato dele; a defesa também informou que, após a publicação do acórdão do julgamento do congressista, será solicitado o decreto de prescrição da pena; O TRF-4 condenou João Rodrigues a cinco anos e três meses em regime semiaberto em 2009, por fraude e por dispensa irregular de solicitação
A defesa do deputado federal João Rodrigues (PSD-SC), preso, no aeroporto de Guarulhos (SP), que vai requerer que o parlamentar cumpra pena em Brasília (DF), pois, de acordo com o advogado Marlon Berlon, o parlamentar poderá cumprir o mandato dele; a defesa também informou que, após a publicação do acórdão do julgamento do congressista, será solicitado o decreto de prescrição da pena; O TRF-4 condenou João Rodrigues a cinco anos e três meses em regime semiaberto em 2009, por fraude e por dispensa irregular de solicitação (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A defesa do deputado federal João Rodrigues (PSD-SC), preso na quinta-feira (8), no aeroporto de Guarulhos (SP) vai requerer que o parlamentar cumpra pena em Brasília (DF), pois, de acordo com o advogado Marlon Berlon, o parlamentar poderá cumprir o mandato dele.

A defesa também informou que, após a publicação do acórdão do julgamento do congressista, será solicitado o decreto de prescrição da pena. O Embargo de Declaração teria o objetivo de questionar obscuridades nos votos dos ministros da Primeira Turma do Supremo.

O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) condenou João Rodrigues a cinco anos e três meses em regime semiaberto em 2009, por fraude e por dispensa irregular de solicitação. De acordo com a Justiça os crimes aconteceram em 1999, quando o parlamentar era prefeito interino de Pinhalzinho, município do oeste catarinense. 

 

 

 

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