Delator da Camargo cita propina na Norte-Sul

Presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, indicou pagamento de propina para executar obras na Ferrovia Norte-Sul com regras similares ao esquema montado na Petrobras; empreiteira participou de contratos no valor de R$ 1 bilhão, assinados em 2010 com a Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes; entre as empresas envolvidas estariam outras investigadas na Lava Jato como Constran, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão

Presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, indicou pagamento de propina para executar obras na Ferrovia Norte-Sul com regras similares ao esquema montado na Petrobras; empreiteira participou de contratos no valor de R$ 1 bilhão, assinados em 2010 com a Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes; entre as empresas envolvidas estariam outras investigadas na Lava Jato como Constran, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão
Presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, indicou pagamento de propina para executar obras na Ferrovia Norte-Sul com regras similares ao esquema montado na Petrobras; empreiteira participou de contratos no valor de R$ 1 bilhão, assinados em 2010 com a Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes; entre as empresas envolvidas estariam outras investigadas na Lava Jato como Constran, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão (Foto: Roberta Namour)

247 – Em acordo de delação premiada, o presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, indicou pagamento de propina para executar obras na Ferrovia Norte-Sul.

Segundo ele, a distribuição de propinas – a partidos e a agentes públicos - seguia regras similares ao esquema montado na Petrobras. Na Norte-Sul, a empreiteira participou de contratos no valor de R$ 1 bilhão, assinados em 2010 com a Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes.

De acordo com reportagem do Globo, além da Camargo, entre as empresas envolvidas estariam outras investigadas na Lava Jato como Constran, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247