Delatores dizem ter feito contratos falsos para a OAS

Delatores Roberto Trombeta e Rodrigo Morales (foto) afirmaram em seus depoimentos de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato terem trabalhado para auxiliar a empreiteira OAS a levantar cerca de R$ 22 milhões em espécie, entre os anos de 2010 e 2014; Trombeta e Morales viabilizaram os recursos por meio de contratos falsos e, segundo as investigações, parte dos recursos foram utilizados no pagamento de propinas das obras do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro

Delatores Roberto Trombeta e Rodrigo Morales (foto) afirmaram em seus depoimentos de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato terem trabalhado para auxiliar a empreiteira OAS a levantar cerca de R$ 22 milhões em espécie, entre os anos de 2010 e 2014; Trombeta e Morales viabilizaram os recursos por meio de contratos falsos e, segundo as investigações, parte dos recursos foram utilizados no pagamento de propinas das obras do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro
Delatores Roberto Trombeta e Rodrigo Morales (foto) afirmaram em seus depoimentos de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato terem trabalhado para auxiliar a empreiteira OAS a levantar cerca de R$ 22 milhões em espécie, entre os anos de 2010 e 2014; Trombeta e Morales viabilizaram os recursos por meio de contratos falsos e, segundo as investigações, parte dos recursos foram utilizados no pagamento de propinas das obras do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro (Foto: Paulo Emílio)

Os delatores Roberto Trombeta e Rodrigo Morales afirmaram em seus depoimentos de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato terem trabalhado para auxiliar a empreiteira OAS a levantar cerca de R$ 22 milhões em espécie, entre os anos de 2010 e 2014. Trombeta e Morales viabilizaram os recursos por meio de contratos falsos e, segundo as investigações, parte dos recursos foram utilizados no pagamento de propinas das obras do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro.

"Na maioria dos serviços contratados não houveram a devida prestação dos mesmos, senão 'pró-forma' com único intuito de gerar dinheiro em espécie para o Grupo OAS Brasil", afirmaram os delatores em depoimento à Procuradoria da República.

"Dentre os contratos ideologicamente falsos celebrados arrolados pelos colaboradores destacam-se dois firmados pelo Consórcio Novo Cenpes, um com a MRTR Gestão Empresarial, em 8 de abril de 2008, no valor de R$ 2.195.000,00, e outro com a Morales e De Paula Advogados Associados, em 7 de novembro de 2011, no valor de R$ 700.000,0061", lista a Procuradoria.

Trombeta e Morales assinalaram que recebiam 20% do valor bruto de cada fatura como pagamento pelos contratos. Já descontados os valores dos serviços prestados, a OAS teria recebido R$ 22,7 milhões em espécie.

 

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