Delegada que pediu prisão de reitor vira superintendente da PF em Sergipe

A delegada da Polícia Federal Erika Marena, que era da Lava Jato em Curitiba, foi nomeada superintendente da corporação em Sergipe; ela estava na superintendência da PF em Santa Catarina desde novembro de 2016, quando pediu a prisão do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier, que se suicidou; a promoção já havia sido anunciada no final do ano, mas foi adiada porque a PF fazia uma apuração interna sobre o caso; segundo a corregedoria, a delegada não cometeu irregularidade

A delegada da Polícia Federal Erika Marena, que era da Lava Jato em Curitiba, foi nomeada superintendente da corporação em Sergipe; ela estava na superintendência da PF em Santa Catarina desde novembro de 2016, quando pediu a prisão do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier, que se suicidou; a promoção já havia sido anunciada no final do ano, mas foi adiada porque a PF fazia uma apuração interna sobre o caso; segundo a corregedoria, a delegada não cometeu irregularidade
A delegada da Polícia Federal Erika Marena, que era da Lava Jato em Curitiba, foi nomeada superintendente da corporação em Sergipe; ela estava na superintendência da PF em Santa Catarina desde novembro de 2016, quando pediu a prisão do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier, que se suicidou; a promoção já havia sido anunciada no final do ano, mas foi adiada porque a PF fazia uma apuração interna sobre o caso; segundo a corregedoria, a delegada não cometeu irregularidade (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A delegada da Polícia Federal Erika Marena, que participou por mais de dois anos da Operação Lava Jato na PF em Curitiba (PR), foi nomeada nesta quinta-feira (22) superintendente do órgão em Sergipe.

O ato foi anunciado no final do ano passado, mas foi adiado porque a PF fazia uma apuração interna a respeito do papel da delegada e de outros servidores da PF na Operação Ouvidos Moucos, deflagrada em setembro para investigar irregularidades no programa de ensino à distância da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). 

Segundo a corregedoria da PF, a apuração aberta em dezembro concluiu que a delegada não cometeu irregularidade ao presidir o inquérito da investigação. Marena pediu a prisão provisória de investigados na UFSC, incluindo o então reitor, Luiz Carlos Cancellier. 

O então reitor cometeu suicídio em um shopping de Florianópolis. Familiares e amigos passaram a acusar a Polícia Federal de ter cometido excessos na investigação.

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