Delfim: 17 de abril foi espetáculo lamentável

Ex-ministro Delfim Netto atribui a “defeitos graves do nosso sistema eleitoral” o “lamentável espetáculo televisivo do último dia 17 de abril”, na votação que aprovou a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara: “Era difícil acreditar no que se via. Mais difícil ainda, reconhecer que cada um de nós era responsável por ter entregue à Câmara algum daqueles senhores”, disse ele, sugerindo mudanças nas próximas eleições

Ex-ministro Delfim Netto atribui a “defeitos graves do nosso sistema eleitoral” o “lamentável espetáculo televisivo do último dia 17 de abril”, na votação que aprovou a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara: “Era difícil acreditar no que se via. Mais difícil ainda, reconhecer que cada um de nós era responsável por ter entregue à Câmara algum daqueles senhores”, disse ele, sugerindo mudanças nas próximas eleições
Ex-ministro Delfim Netto atribui a “defeitos graves do nosso sistema eleitoral” o “lamentável espetáculo televisivo do último dia 17 de abril”, na votação que aprovou a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara: “Era difícil acreditar no que se via. Mais difícil ainda, reconhecer que cada um de nós era responsável por ter entregue à Câmara algum daqueles senhores”, disse ele, sugerindo mudanças nas próximas eleições (Foto: Roberta Namour)
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247 – O ex-ministro Delfim Netto atribui a “defeitos graves do nosso sistema eleitoral” o “lamentável espetáculo televisivo do último dia 17 de abril”, na votação que aprovou a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara:

“Era difícil acreditar no que se via. Mais difícil ainda, reconhecer que cada um de nós era responsável por ter entregue à Câmara algum daqueles senhores”, disse ele, sugerindo mudanças nas próximas eleições.

Ele critica as coalizões partidárias (na qual vota-se em A e se elege X) e o gigantismo dos distritos eleitorais (as grandes cidades e os Estados), que, afirma, dispersam os votos, apagam a memória do eleitor e o distanciam completamente do eleito.

“Na próxima eleição entreguemos nossos votos apenas aos candidatos do "nosso" distrito: que residam no nosso bairro ou no seu entorno imediato, se for vereador; ou na nossa cidade e seu entorno, se deputado. Apenas àqueles que nos contatarem diretamente e nos convencerem que merecem nossa confiança”, sugere (leia aqui).

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