Delfim: não vamos ter nenhuma guerra civil

O economista Antonio Delfim Netto não vê riscos graves com as tensões no país, diante do resultado do julgamento do ex-presidente Lula. Aos 89 anos, ele diz que as ameaças de conflitos severos não devem ser levadas a sério; "Essa ideia de que vai ter sangue, guerra civil, é conversa mole", disse. "Estão transformando 24 de janeiro de 2018 em 14 de julho de 1789", afirma, em referência ao Dia da Queda da Bastilha; Delfim ainda afirmou que "Lula é um reacionário muito bem colocado, com a cabeça no lugar, de forma que, se disputar a eleição, vai ser uma parada"

O economista Antonio Delfim Netto não vê riscos graves com as tensões no país, diante do resultado do julgamento do ex-presidente Lula. Aos 89 anos, ele diz que as ameaças de conflitos severos não devem ser levadas a sério; "Essa ideia de que vai ter sangue, guerra civil, é conversa mole", disse. "Estão transformando 24 de janeiro de 2018 em 14 de julho de 1789", afirma, em referência ao Dia da Queda da Bastilha; Delfim ainda afirmou que "Lula é um reacionário muito bem colocado, com a cabeça no lugar, de forma que, se disputar a eleição, vai ser uma parada"
O economista Antonio Delfim Netto não vê riscos graves com as tensões no país, diante do resultado do julgamento do ex-presidente Lula. Aos 89 anos, ele diz que as ameaças de conflitos severos não devem ser levadas a sério; "Essa ideia de que vai ter sangue, guerra civil, é conversa mole", disse. "Estão transformando 24 de janeiro de 2018 em 14 de julho de 1789", afirma, em referência ao Dia da Queda da Bastilha; Delfim ainda afirmou que "Lula é um reacionário muito bem colocado, com a cabeça no lugar, de forma que, se disputar a eleição, vai ser uma parada" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O economista Antonio Delfim Netto não vê riscos graves com as tensões no país, diante do resultado do julgamento do ex-presidente Lula. Aos 89 anos, ele diz que as ameaças de conflitos severos não devem ser levadas a sério. "Essa ideia de que vai ter sangue, guerra civil, é conversa mole", disse. "Estão transformando 24 de janeiro de 2018 em 14 de julho de 1789", afirma, em referência ao Dia da Queda da Bastilha;

Ex-ministro da Fazenda, da Agricultura, professor emérito da USP e integrante da Assembleia Constituinte de 1988, Delfim faz elogios a Lula e afirmou que seria melhor para o país que o petista fosse derrotado "nas urnas", mas, de acordo com ele, "o que a Justiça decidir, nós temos que obedecer". A eleição presidencial sem Lula tende a ser uma incógnita maior. "Você joga o dado e o que der, deu", acrescentou.

Para Delfim, "a disputa com o Lula exige alguém com grande capacidade de lutar. O Lula é um lutador, um negociador. Fico espantado quando vejo as pessoas imaginando que ele é revolucionário". "Lula é um reacionário muito bem colocado, com a cabeça no lugar, de forma que, se disputar a eleição, vai ser uma parada. Mas estão transformando 24 de janeiro de 2018 em 14 de julho de 1789", disse.

"Toda essa ideia de que vamos à luta, vai ter sangue, vai ter guerra civil, é pura conversa mole. Nada disso vai acontecer. O que a Justiça decidir vai acabar se impondo, sem confusão. O próprio Lula sabe que não vai chegar lá pela revolução", acrescentou.

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