Delfim Netto nega ter recebido propina

Após ser alvo da Operação Lava Jato, o ex-ministro Delfim Netto negou ter recebido propina para favorecer o consórcio que venceu a licitação para construção da Usina de Belo Monte, no Pará; "Estou fora da política há 10 anos e do poder Executivo há 30…", disse; ele foi citado na delação de Flávio Barra, ex-executivo da Andrade Gutierrez; o delator afirmou ter pago R$ 15 milhões ao político

Após ser alvo da Operação Lava Jato, o ex-ministro Delfim Netto negou ter recebido propina para favorecer o consórcio que venceu a licitação para construção da Usina de Belo Monte, no Pará; "Estou fora da política há 10 anos e do poder Executivo há 30…", disse; ele foi citado na delação de Flávio Barra, ex-executivo da Andrade Gutierrez; o delator afirmou ter pago R$ 15 milhões ao político
Após ser alvo da Operação Lava Jato, o ex-ministro Delfim Netto negou ter recebido propina para favorecer o consórcio que venceu a licitação para construção da Usina de Belo Monte, no Pará; "Estou fora da política há 10 anos e do poder Executivo há 30…", disse; ele foi citado na delação de Flávio Barra, ex-executivo da Andrade Gutierrez; o delator afirmou ter pago R$ 15 milhões ao político (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Após ser alvo da Operação Lava Jato nesta sexta-feira (9), o ex-ministro Delfim Netto negou ter recebido propina para favorecer o consórcio que venceu a licitação para construção da Usina de Belo Monte, no Pará. "Estou fora da política há 10 anos e do poder Executivo há 30…", disse à coluna Radar.

O economista afirmou que só participou das negociações como consultor, para aumentar a concorrência na licitação.

Ele foi citado na delação de Flávio Barra, ex-executivo da Andrade Gutierrez. O delator afirmou ter pago R$ 15 milhões ao político. 

Delfim, de 89 anos, foi ministro da Fazenda durante o regime militar na década de 1970 e ficou conhecido como o ministro do "milagre econômico brasileiro". 

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