Depoimentos confirmam que Lula não está vinculado ao triplex, ressalta defesa

"65 testemunhas já foram ouvidas na ação penal que trata do chamado "triplex" do Guarujá e não há confirmação de um único fato que possa vincular o nome do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desvio de valores relativos aos 3 contratos da Petrobras indicados pela denúncia ou à propriedade desse apartamento", afirma o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, após nova sessão de depoimentos sobre o caso na 13ª Vara Federal de Curitiba, do juiz Sergio Moro; "Mais uma vez os depoimentos colhidos mostraram que a acusação contra Lula é frívola, sem materialidade, baseada apenas em suposições e no intuito de criar embaraços indevidos às atividades políticas do ex-Presidente", diz ele

"65 testemunhas já foram ouvidas na ação penal que trata do chamado "triplex" do Guarujá e não há confirmação de um único fato que possa vincular o nome do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desvio de valores relativos aos 3 contratos da Petrobras indicados pela denúncia ou à propriedade desse apartamento", afirma o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, após nova sessão de depoimentos sobre o caso na 13ª Vara Federal de Curitiba, do juiz Sergio Moro; "Mais uma vez os depoimentos colhidos mostraram que a acusação contra Lula é frívola, sem materialidade, baseada apenas em suposições e no intuito de criar embaraços indevidos às atividades políticas do ex-Presidente", diz ele
"65 testemunhas já foram ouvidas na ação penal que trata do chamado "triplex" do Guarujá e não há confirmação de um único fato que possa vincular o nome do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desvio de valores relativos aos 3 contratos da Petrobras indicados pela denúncia ou à propriedade desse apartamento", afirma o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, após nova sessão de depoimentos sobre o caso na 13ª Vara Federal de Curitiba, do juiz Sergio Moro; "Mais uma vez os depoimentos colhidos mostraram que a acusação contra Lula é frívola, sem materialidade, baseada apenas em suposições e no intuito de criar embaraços indevidos às atividades políticas do ex-Presidente", diz ele (Foto: Gisele Federicce)

247 - A defesa do ex-presidente Lula afirmou nesta terça-feira 21, após a realização de uma nova sessão em que foram tomados mais depoimentos sobre o caso do triplex no Guarujá, o qual Lula é acusado de ter recebido da OAS, que está confirmado que Lula não comprou o imóvel, que visitou apenas uma vez, e que a acusação "é frívola".

"65 testemunhas já foram ouvidas na ação penal que trata do chamado "triplex" do Guarujá e não há confirmação de um único fato que possa vincular o nome do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desvio de valores relativos aos 3 contratos da Petrobras indicados pela denúncia ou à propriedade desse apartamento", afirma o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula.

Os novos depoimentos sobre o caso foram tomados na 13ª Vara Federal de Curitiba, do juiz Sergio Moro. "Mais uma vez os depoimentos colhidos mostraram que a acusação contra Lula é frívola, sem materialidade, baseada apenas em suposições e no intuito de criar embaraços indevidos às atividades políticas do ex-Presidente", acrescenta Zanin Martins.

Leia a íntegra da nota divulgada por ele:

Nota

65 testemunhas já foram ouvidas na ação penal que trata do chamado "triplex" do Guarujá e não há confirmação de um único fato que possa vincular o nome do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desvio de valores relativos aos 3 contratos da Petrobras indicados pela denúncia ou à propriedade desse apartamento. Esse é o cenário que se verifica hoje (21/02) após nova audiência realizada na 13ª Vara Federal de Curitiba para a coleta de novos depoimentos.

Da rodada de hoje, destacamos o depoimento de Valmir Moraes da Silva, Tenente do Exército Brasileiro e chefe da equipe de apoio institucional do ex-Presidente Lula. Ele declarou ser responsável pela organização e acompanhamento de todos os deslocamentos de Lula e, nesta função, esteve uma única vez com o ex-Presidente no Edifício Solaris, no Guarujá, quando ele foi conhecer o imóvel a fim de verificar eventual interesse na compra.

Moraes tratou como absolutamente normal, na rotina do ex-Presidente, o imóvel ter sido mostrado por um diretor da OAS. Lula seria, segundo ele, sempre recebido por pessoas da alta direção nas instituições visitadas. Esclareceu que, no trajeto de volta do Guarujá, o ex-Presidente comentou sobre a impossibilidade de frequentar aquele imóvel e que, por força dessa constatação, iria sugerir a D. Marisa pedir a devolução do valor por ela investido na compra da cota, em 2005, quando o empreendimento era gerido pela Bancoop.

O servidor ainda afirmou que aquela foi a primeira e única vez que Lula esteve no Edifício Solaris, o que pode ser provado pelo fato de não haver qualquer registro de diária relativa a esse local na Presidência da República, como ocorre sempre que é feito deslocamento, especialmente se houver pernoite. Apenas D. Marisa retornou ao local, uma única vez, acompanhada por outro membro da equipe do depoente. Moraes disse jamais ter ouvido qualquer outra referência ao imóvel e tampouco realizou qualquer procedimento de segurança no local, como ocorre em todos os lugares frequentados pelo ex-Presidente.

Silvio Pettengill Neto, que era advogado da Petrobras em 2007, e atualmente é Procurador da República, confirmou que emitiu parecer jurídico à época opinando pela legalidade da contratação direta, sem licitação, relativa a um dos contratos citados na denuncia. Esclareceu que jamais sofreu qualquer interferência para emitir esse posicionamento jurídico e que jamais foi questionado por esse ato por qualquer dos órgãos de controle interno ou externo da Petrobras. Também não tem conhecimento de qualquer apuração de desvio de valores ou pagamento de propina identificado por esses mesmos órgãos de controle, que tinham essa função na companhia.

Mais uma vez os depoimentos colhidos mostraram que a acusação contra Lula é frívola, sem materialidade, baseada apenas em suposições e no intuito de criar embaraços indevidos às atividades políticas do ex-Presidente.

Cristiano Zanin Martins

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