Deputados querem que governo explique “áreas restritas” sob comando dos EUA

O acordo pelo qual Bolsonaro deu de mão beijada o controle da Base de Alcântara a Donald Trump durante sua viagem aos Estados Unidos corre o risco de não ser aprovado pelo Congresso Nacional, tal como ocorreu com o proposto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 2000;. a batalha no Legislativo começa nesta quarta-feira (10) com audiências em comissões temáticas da Câmara dos Deputados

Deputados querem que governo explique “áreas restritas” sob comando dos EUA
Deputados querem que governo explique “áreas restritas” sob comando dos EUA

247 - O acordo pelo qual Bolsonaro deu de mão beijada o controle da Base de Alcântara a Donald Trump durante sua viagem aos Estados Unidos corre o risco de não ser aprovado pelo Congresso Nacional, tal como ocorreu com o proposto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 2000. A batalha no Legislativo começa nesta quarta-feira (10) com audiências em comissões temáticas da Câmara dos Deputados.

As comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), de Relações Exteriores e de Defesa Nacional promovem uma audiência pública em conjunto na quarta-feira (10) para discutir o acordo assinado com os Estados Unidos, no mês passado, que permite o uso comercial da Base de Alcântara, no Maranhão, para o lançamento de foguetes e satélites. Congressistas querem que o governo brasileiro explique o dispositivo em que cria "áreas restritas" para uso de norte-americanos, informa o Blog do jornalista George Marques na revista Fórum.

"O acordo entre os dois países para uso do Centro Espacial cria 'áreas restritas', onde serão manipuladas as tecnologias americanas, definidas conjuntamente entre os dois países. O acesso a esses locais específicos será permitido pelo Brasil somente a pessoas autorizadas pelo governo americano".

"Um dos requerimento apresentados é de autoria do deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA), primeiro vice-presidente da CCTCI. Jerry também é autor da proposição que cria uma Comissão Externa da Câmara para acompanhar os detalhes do acordo".

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