Diferença de salários por gênero e cor persiste, mas diminui

No ano passado, as mulheres ganhavam 75,4% do rendimento recebido pelos homens, ante 74,2% em 2014. E os trabalhadores de cor preta ou parda (classificação do IBGE) recebiam, em média, 59,2% do ganho dos de cor branca. Em 2003, essa proporção era de 48%. Desde então, o rendimento para trabalhadores de cor preta ou parda aumentou 52,6%, ante 25% para os de cor branca

No ano passado, as mulheres ganhavam 75,4% do rendimento recebido pelos homens, ante 74,2% em 2014. E os trabalhadores de cor preta ou parda (classificação do IBGE) recebiam, em média, 59,2% do ganho dos de cor branca. Em 2003, essa proporção era de 48%. Desde então, o rendimento para trabalhadores de cor preta ou parda aumentou 52,6%, ante 25% para os de cor branca
No ano passado, as mulheres ganhavam 75,4% do rendimento recebido pelos homens, ante 74,2% em 2014. E os trabalhadores de cor preta ou parda (classificação do IBGE) recebiam, em média, 59,2% do ganho dos de cor branca. Em 2003, essa proporção era de 48%. Desde então, o rendimento para trabalhadores de cor preta ou parda aumentou 52,6%, ante 25% para os de cor branca (Foto: Gisele Federicce)
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Da Rede Brasil Atual - Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, divulgados nesta quinta (28), mostram na série histórica alguma melhoria no recorte por gênero e cor, embora ainda com desigualdade.

No ano passado, as mulheres ganhavam 75,4% do rendimento recebido pelos homens, ante 74,2% em 2014. E os trabalhadores de cor preta ou parda (classificação do IBGE) recebiam, em média, 59,2% do ganho dos de cor branca. Em 2003, essa proporção era de 48%. Desde então, o rendimento para trabalhadores de cor preta ou parda aumentou 52,6%, ante 25% para os de cor branca.

Segundo o instituto, a escolaridade vem aumentando no mercado de trabalho. No ano passado, 22% dos ocupados tinham ensino superior completo. Eram 13,8% em 2003. Nesse mesmo intervalo, as pessoas ocupadas com 11 anos ou mais de estudo passaram de 46,7% para 66,5%.

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