Dilma diz que Brasil pode retomar relação com EUA

Em entrevista publicada nesta terça (3) pelo "The New York Times", a presidente Dilma Rousseff (PT) que "está certa de que podemos retomar nossa relação com os Estados Unidos de onde elas pararam" e que pode remarcar a visita de Estado que cancelou no ano passado; desde meados de 2013, quando foi revelado que a NSA dos EUA espionou a presidente e vários assessores de seu governo, o relacionamento Brasília-Washington está praticamente congelado

Em entrevista publicada nesta terça (3) pelo "The New York Times", a presidente Dilma Rousseff (PT) que "está certa de que podemos retomar nossa relação com os Estados Unidos de onde elas pararam" e que pode remarcar a visita de Estado que cancelou no ano passado; desde meados de 2013, quando foi revelado que a NSA dos EUA espionou a presidente e vários assessores de seu governo, o relacionamento Brasília-Washington está praticamente congelado
Em entrevista publicada nesta terça (3) pelo "The New York Times", a presidente Dilma Rousseff (PT) que "está certa de que podemos retomar nossa relação com os Estados Unidos de onde elas pararam" e que pode remarcar a visita de Estado que cancelou no ano passado; desde meados de 2013, quando foi revelado que a NSA dos EUA espionou a presidente e vários assessores de seu governo, o relacionamento Brasília-Washington está praticamente congelado (Foto: Valter Lima)

247 - A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista publicada nesta terça-feira (3) pelo "The New York Times" que "está certa de que podemos retomar nossa relação com os Estados Unidos de onde elas pararam" e que pode remarcar a visita de Estado que cancelou no ano passado.

Desde meados de 2013, quando foi revelado que a NSA (Agência Nacional de Segurança) dos EUA espionou a presidente e vários assessores de seu governo, o relacionamento Brasília-Washington está praticamente congelado –apesar de o vizinho do Norte ser o segundo maior parceiro comercial do Brasil, depois da China.

Além da visita de Dilma, outra vítima do estremecimento de relações foi o fornecimento de caças para a Força Aérea Brasileira: a americana Boeing era a favorita para ganhar o negócio de US$ 4,5 bilhões, vencido afinal pela sueca Saab.

Dilma deverá assistir a um jogo entre EUA e Gana em Salvador com o vice-presidente Joe Biden, que até a crise com a NSA era seu principal interlocutor com a administração Barack Obama.

 

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