Dilma exalta Jéssicas e pobres nas universidades

Em post no Facebook, presidente se diz “muito feliz” com o discurso da cineasta Anna Muylaert, premiada pelo filme “Que horas ela volta?”, que em evento de O Globo creditou aos governos do PT a abertura dos portões das universidades para as camadas mais pobres da população brasileira; segundo Dilma, 35% dos formandos em 2014 eram os primeiros de suas famílias a ingressarem na educação superior; “Nossos programas – do meu governo e do governo Lula – ampliaram o acesso e possibilitaram que filhos de domésticas cursassem o ensino superior. De 13 anos para cá, a cara das universidades mudou. Hoje está mais plural, colorida, democrática – como deve ser”, postou Dilma

Em post no Facebook, presidente se diz “muito feliz” com o discurso da cineasta Anna Muylaert, premiada pelo filme “Que horas ela volta?”, que em evento de O Globo creditou aos governos do PT a abertura dos portões das universidades para as camadas mais pobres da população brasileira; segundo Dilma, 35% dos formandos em 2014 eram os primeiros de suas famílias a ingressarem na educação superior; “Nossos programas – do meu governo e do governo Lula – ampliaram o acesso e possibilitaram que filhos de domésticas cursassem o ensino superior. De 13 anos para cá, a cara das universidades mudou. Hoje está mais plural, colorida, democrática – como deve ser”, postou Dilma
Em post no Facebook, presidente se diz “muito feliz” com o discurso da cineasta Anna Muylaert, premiada pelo filme “Que horas ela volta?”, que em evento de O Globo creditou aos governos do PT a abertura dos portões das universidades para as camadas mais pobres da população brasileira; segundo Dilma, 35% dos formandos em 2014 eram os primeiros de suas famílias a ingressarem na educação superior; “Nossos programas – do meu governo e do governo Lula – ampliaram o acesso e possibilitaram que filhos de domésticas cursassem o ensino superior. De 13 anos para cá, a cara das universidades mudou. Hoje está mais plural, colorida, democrática – como deve ser”, postou Dilma (Foto: Realle Palazzo-Martini)

Realle Palazzo-Martini, do Goiás247 - A presidente Dilma Rousseff (PT) postou neste domingo (27), no Facebook, um comentário a respeito do discurso em que a cineasta Anna Muylaert credita o acesso das camadas mais pobres da população brasileira à universidade aos governos do PT. As declarações ecoaram no Brasil, em um momento de tensão social, justamente por terem sido feitas durante premiação do filme “Que horas ela volta?” pelo jornal O Globo.

“Fiquei muito feliz com o discurso da cineasta Anna Muylaert, premiada pelo emocionante “Que horas ela volta?”. A diretora contou sua jornada de descoberta de muitas Jéssicas que, como a personagem do filme, realizaram o sonho de entrar numa universidade”.

À ocasião do premio, Anna dedicou a honraria “às Jéssicas que estão hoje na universidade e a algumas pessoas que eu acredito que têm muito a ver com isso. Entendo essas pessoas como pai e mãe das Jéssicas. Não no filme, mas na vida real: o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff", disse.

O filme conta a história de uma garota nordestina, filha de uma empregada doméstica que se retirou para São Paulo, que consegue passar em um concorrido vestibular na USP para o curso de Arquitetura.

No post, Dilma revela que, em 2014, por exemplo, 35% dos formandos eram os primeiros de suas famílias a frequentar uma universidade. “Avanços como esse não serão barrados e seguiremos ampliando as oportunidades para que mais e mais brasileiros tenham um futuro melhor”, diz a presidente. E segue: “Nossos programas – do meu governo e do governo Lula – ampliaram o acesso e possibilitaram que filhos de domésticas cursassem o ensino superior. De 13 anos para cá, a cara das universidades mudou. Hoje está mais plural, colorida, democrática ­ como deve ser”.

O longa de Anna, segundo ela mesma definiu, é sobre "amor e política. Política não partidária". O filme foi premiado na categoria ‘Faz Diferença”. "Que Horas Ela volta?" foi escolhido pelo Ministério daCultura para representar o Brasil na lista de indicados como melhor filme estrangeiro no Oscar de 2016, mas acabou fora da disputa.

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