Dilma: "não se pode mudar de posição todos os dias"

Presidente Dilma Rousseff (PT) criticou, neste sábado (6), sua principal adversária, na disputa pela reeleição, Marina Silva (PSB), durante evento com centenas de mulheres; a petista, mesmo sem citar a candidata do PSB, atacou as propostas dela como a redução da participação dos bancos públicos em financiamentos e a redução da importância do pré-sal na matriz energética brasileira, além de afirmar que não muda de posição quando é pressionada; "Se te pressionarem você não pode mudar de posição. Ou você tem convicção naquilo que acredita ou não tem força para mudar. Não é possível defender uma coisa de manhã e mudar porque te pressionaram", disse Dilma

Presidente Dilma Rousseff (PT) criticou, neste sábado (6), sua principal adversária, na disputa pela reeleição, Marina Silva (PSB), durante evento com centenas de mulheres; a petista, mesmo sem citar a candidata do PSB, atacou as propostas dela como a redução da participação dos bancos públicos em financiamentos e a redução da importância do pré-sal na matriz energética brasileira, além de afirmar que não muda de posição quando é pressionada; "Se te pressionarem você não pode mudar de posição. Ou você tem convicção naquilo que acredita ou não tem força para mudar. Não é possível defender uma coisa de manhã e mudar porque te pressionaram", disse Dilma
Presidente Dilma Rousseff (PT) criticou, neste sábado (6), sua principal adversária, na disputa pela reeleição, Marina Silva (PSB), durante evento com centenas de mulheres; a petista, mesmo sem citar a candidata do PSB, atacou as propostas dela como a redução da participação dos bancos públicos em financiamentos e a redução da importância do pré-sal na matriz energética brasileira, além de afirmar que não muda de posição quando é pressionada; "Se te pressionarem você não pode mudar de posição. Ou você tem convicção naquilo que acredita ou não tem força para mudar. Não é possível defender uma coisa de manhã e mudar porque te pressionaram", disse Dilma (Foto: Valter Lima)

247 - A presidente Dilma Rousseff (PT) criticou, neste sábado (6), sua principal adversária, na disputa pela reeleição, Marina Silva (PSB), durante evento com centenas de mulheres. A petista, mesmo sem citar a candidata do PSB, atacou as propostas dela como a redução da participação dos bancos públicos em financiamentos e a redução da importância do pré-sal na matriz energética brasileira, além de afirmar que não muda de posição quando é pressionada.

"Se vocês não ficarem muito vivas, vamos perder o que construímos com muito suor". "Não somos vira casacas", disse Dilma. Marina Silva já foi quadro importante do PT e ministra do Meio Ambiente no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Quando você tem um lado, luta por ele", disse Dilma em seu discurso. "Você não pode mudar de posição todos os dias", frisou.

E a presidente continuou: "Se te pressionarem você não pode mudar de posição". Disse que "ou você tem convicção naquilo que acredita ou não tem força para mudar". "Não é possível defender uma coisa de manhã e mudar porque te pressionaram", complementou

Dilma disse que, se tem alguém que é pressionado, é o presidente da república, mas que sabe que se ceder em algumas coisas, “perde a cara, a alma e a fé”.

Em seguida, falou das propostas dos adversários, com foco em Marina Silva. "Tem algumas propostas que estão sendo feitas que são ruins", criticou. Segundo Dilma, a oposição diz que os bancos públicos precisam parar de financiar o Minha Casa, Minha Vida. A presidente já havia falado esta semana em Fortaleza que reduzir a importância dos bancos públicos vai acabar com o programa habitacional, uma das bandeiras de seu governo.

Depois, Dilma entrou nas críticas contra a suposta redução da importância do pré-sal na matriz energética brasileira. Segundo a presidente, a commodity “é riqueza mais importante que o ouro, pais nenhum vive sem petróleo e o mundo faz guerra por petróleo”. Portanto, o Brasil não pode deixar de investir no combustível.

A presidente ressaltou o quanto a descoberta do pré-sal ampliou as reservas de petróleo e que a arrecadação dos royalties "vai servir para financiar a educação de qualidade" e o sistema público de saúde. "Professor tem que ser bem remunerado, por isso o pré-sal é importante", disse a presidente.

 

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