Dilma: “o golpe foi contra a população”

Presidente eleita Dilma Rousseff declarou nesta sexta-feira, 12, no primeiro ano do golpe, que não foi golpeada somente a democracia brasileira, mas também os direitos dos brasileiros; "O golpe não foi apenas contra a democracia brasileira e uma presidenta legitimamente eleita, que não cometeu crime de responsabilidade. O golpe também foi – e continua sendo – contra a população brasileira, que a cada dia tem mais um direito retirado", disse Dilma; nas redes sociais, Dilma recomenda a leitura do relatório da organização “Alerta Social — “Um golpe por dia, 365 direitos perdidos”, que faz uma cronologia dos últimos 12 meses com 365 fatos e medidas que implicaram na perda de direitos dos brasileiros

Brasília - DF, 02/09/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista para agências internacionais no Palácio da Alvorada. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Brasília - DF, 02/09/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista para agências internacionais no Palácio da Alvorada. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR (Foto: Aquiles Lins)
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Por Esmael Morais, em seu blog - A presidente eleita Dilma Rousseff declarou nesta sexta-feira, 12 de maio, no primeiro ano do golpe, que não foi golpeada somente a democracia brasileira, mas também os direitos dos brasileiros.

Segundo Dilma, o golpe também foi – e continua sendo – contra a população brasileira, que a cada dia tem mais um direito retirado.

“O golpe não foi apenas contra a democracia brasileira e uma presidenta legitimamente eleita, que não cometeu crime de responsabilidade. O golpe também foi – e continua sendo – contra a população brasileira, que a cada dia tem mais um direito retirado”, manifestou-se hoje a presidente eleita.

Nas redes sociais, Dilma recomenda a leitura do relatório da organização “Alerta Social — “Um golpe por dia, 365 direitos perdidos”, que faz uma cronologia dos últimos 12 meses com 365 fatos e medidas que implicaram na perda de direitos dos brasileiros.

“A cada mês foi destacado uma política pública e como ela está sendo desmontada. Esse caminho dá a noção de como um projeto sem voto, de desenvolvimento excludente, com visão de Estado mínimo, com práticas autoritárias, de salvaguarda aos interesses do capital nacional e internacional se instala e ganha vigor no Brasil”, aponta o Alerta Social (leia aqui).

“O último ano no Brasil foi marcado pelo verbo perder. Perdemos a estabilidade garantida pela democracia. Os brasileiros se viram paralisados diante de uma avalanche de perdas de direitos. As possibilidades de diálogos da sociedade com o poder Executivo e com o Congresso foram perdidas e desde o dia 12 de maio de 2016, quando se instalou um governo que não foi eleito pelo voto, se inaugurou um período de perda de certezas e garantias”, avaliam.

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