Dilma: rompemos a barreira da mídia e mostramos ao mundo que houve um golpe

Em aula pública proferida no Curso de Pós-Graduação 'A Esquerda no Século XXI', em Chapecó, Santa Catarina, a presidente deposta pelo golpe Dilma Rousseff lembrou que "desde o início houve uma tentativa de impedir que nós nomeássemos este fato como golpe de Estado"; é "típico dos processos autoritários que haja uma fragilidade da postura e pensam que eliminam o fato não mencionando a palavra", afirmou

Em aula pública proferida no Curso de Pós-Graduação 'A Esquerda no Século XXI', em Chapecó, Santa Catarina, a presidente deposta pelo golpe Dilma Rousseff lembrou que "desde o início houve uma tentativa de impedir que nós nomeássemos este fato como golpe de Estado"; é "típico dos processos autoritários que haja uma fragilidade da postura e pensam que eliminam o fato não mencionando a palavra", afirmou
Em aula pública proferida no Curso de Pós-Graduação 'A Esquerda no Século XXI', em Chapecó, Santa Catarina, a presidente deposta pelo golpe Dilma Rousseff lembrou que "desde o início houve uma tentativa de impedir que nós nomeássemos este fato como golpe de Estado"; é "típico dos processos autoritários que haja uma fragilidade da postura e pensam que eliminam o fato não mencionando a palavra", afirmou (Foto: Gisele Federicce)
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247 - Em aula pública proferida na última sexta-feira 1º em Chapecó, Santa Catarina, do curso de Pós-Graduação 'A Esquerda no Século XXI', organizado pelo deputado federal Pedro Uczai (PT-SC), a presidente deposta pelo golpe Dilma Rousseff destacou a ilegalidade do processo que a tirou do poder.

"Hoje não há grande dúvida que foi um golpe parlamentar devido ao caráter fraudulento das razões. Alegar pedaladas fiscais e, ao mesmo tempo, supostas pedaladas fiscais é sem sombra de dúvida um artifício para se fazer um golpe parlamentar. Jogaram na lama 54 milhões e meio de votos. Portanto, feriram uma das clausulas mais importantes da Constituição, de uma Constituição democrática, que é o voto popular", discursou.

"Um fato interessante deste golpe que mostra as suas características é que desde o início houve uma tentativa de impedir que nós nomeássemos este fato como golpe de Estado. Eu fui interpelada pelo Supremo Tribunal Federal de por que eu estava me referindo ao processo como sendo golpe de Estado", lembrou Dilma.

"É típico dos processos autoritários que haja uma fragilidade da postura e pensam que eliminam o fato não mencionando a palavra, pois nós conseguimos romper a barreira da mídia e hoje o mundo sabe que aqui neste país houve um golpe contra a Democracia", acrescentou.

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