Dilma vai ao STF em caso de derrota no TCU ou impeachment

Estratégia do Planalto é recorrer ao Supremo caso as contas do governo referentes a 2014 sejam reprovadas no Tribunal de Contas da União ou um processo de impeachment contra a presidente Dilma seja instalado na Câmara; ministros José Eduardo Cardozo, da Justiça, e Luís Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União, conduzem a linha que será defendida para segurar Dilma no poder

Estratégia do Planalto é recorrer ao Supremo caso as contas do governo referentes a 2014 sejam reprovadas no Tribunal de Contas da União ou um processo de impeachment contra a presidente Dilma seja instalado na Câmara; ministros José Eduardo Cardozo, da Justiça, e Luís Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União, conduzem a linha que será defendida para segurar Dilma no poder
Estratégia do Planalto é recorrer ao Supremo caso as contas do governo referentes a 2014 sejam reprovadas no Tribunal de Contas da União ou um processo de impeachment contra a presidente Dilma seja instalado na Câmara; ministros José Eduardo Cardozo, da Justiça, e Luís Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União, conduzem a linha que será defendida para segurar Dilma no poder (Foto: Gisele Federicce)

247 – O Planalto pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso sofra derrota no Tribunal de Contas da União no processo que analisa as contas do governo de 2014 ou um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff seja instalado na Câmara dos Deputados.

Segundo o jornalista Fernando Rodrigues, quem conduz a linha de defesa que será apresentada ao STF, a fim de segurar Dilma no poder o quanto for possível, são os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams.

No TCU, a tendência é que as contas sejam rejeitadas. Segundo apuração pela Folha de S. Paulo, todos os ministros devem votar contra a aprovação das chamadas 'pedaladas fiscais', consideradas irregulares pela corte. A decisão final sobre a aprovação ou não das contas, no entanto, fica para o plenário.

Na Câmara, o presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ) recebeu nesta quinta-feira o segundo pedido de impeachment do advogado Hélio Bicudo. Cunha havia pedido alterações formais no primeiro documento. O deputado disse que, antes de dar um parecer sobre o pedido, porém, pretende responder a questão de ordem apresentada pela oposição sobre como se dará o procedimento dos 13 pedidos de impeachment que correm na Câmara.

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