Dilma: votação sobre aborto mostra retrocesso

Em seu perfil no Twitter, a presidenta deposta Dilma Rousseff comentou a votação da Comissão Especial da Câmara dos Deputados na qual é proibido o aborto até em casos de estupro; "Votação em comissão na Câmara quer mudar a lei de 1940 e proibir aborto em caso de estupro o que é imenso retrocesso", disse Dilma em seu Twitter. a mudança na legislação torna nula uma lei de 1940, que previa a possibilidade de aborto caso a mulher fosse vítima de violência sexual

Ex-presidente Dilma Rousseff durante evento no Uruguai. 04/11/2016 REUTERS/Andres Stapff
Ex-presidente Dilma Rousseff durante evento no Uruguai. 04/11/2016 REUTERS/Andres Stapff (Foto: Charles Nisz)
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247 - Em seu perfil no Twitter, a presidenta deposta Dilma Rousseff comentou a votação da Comissão Especial da Câmara dos Deputados na qual é proibido o aborto até em casos de estupro. Inicialmente, o projeto proposto pelo senador Aécio Neves tratava de estender a licença-maternidade para mães de filhos prematuros. No entanto, em dezembro de 2016, foi colocada uma emenda tratando sobre as condições nas quais o aborto é legal.

"Votação em comissão na Câmara quer mudar a lei de 1940 e proibir aborto em caso de estupro o que é imenso retrocesso", disse Dilma em seu Twitter. A mudança na legislação torna nula uma lei de 1940, que previa a possibilidade de aborto caso a mulher fosse vítima de violência sexual.

"O atendimento ao aborto em caso de violência, no meu governo, era obrigatório em todos os hospitais públicos. Lutemos pelo fim da violência contra as mulheres", prosseguiu Dilma, ao comentar o tema em suas redes sociais.

 

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