Diretor de colégio militar é afastado após determinar revista íntima em estudantes

De acordo com os estudantes, a revista teria acontecido a última sexta-feira (18) e teria sido motivada pela suspeita de tráfico de drogas. Alunos teriam sido obrigados a ficarem nus diante dos policiais

Colégio Militar João Augusto Perillo
Colégio Militar João Augusto Perillo (Foto: Reprodução TV Anhanguera)

247 - As denúncias de que alunos do Colégio Militar João Augusto Perillo, na cidade de Goiás (GO), foram obrigados a ficarem nus e sofrerem revistas íntimas levou o Comando Geral da Polícia Militar a afastar o diretor e outros dois policiais que trabalhavam na unidade de ensino. 

Por meio de nota, o Governo do Estado de Goiás ressaltou que determinou "a imediata instauração de procedimento administrativo, objetivando apurar os fatos relatados pelos alunos submetidos à busca pessoal". A Superintendência Escolar, ligada à Secretaria de Educação, também está acompanhando o caso. 

De acordo com os estudantes, a revista teria acontecido a última sexta-feira (18) e teria sido motivada pela suspeita de tráfico de drogas. “Tinha uma policial no banheiro feminino e um policial no masculino. A gente tinha que tirar a roupa, abaixar cinco vezes. Eu mesmo sou uma das alunas que não quer ir para a escola pela vergonha que eu passei. Me senti invadida”, disse uma estudante que não quis se identificar ao G1 Goiás

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