Documentos apontam ligações de políticos com líderes de protestos

Segundo investigação de CartaCapital na cidade de origem do Movimento Brasil Livre, Vinhedo (SP), os irmãos Renan e Alexandre Santos, líderes do grupo, mantêm relações estreitas com o ex-prefeito Milton Serafim, do PTB; Serafim foi condenado a 32 anos de prisão por receber propina em troca da facilitação de licenças de loteamentos e também por envolvimento com a máfia dos sanguessugas; e com o vice Jaime Cruz, do PSDB, citado na máfia da merenda

Segundo investigação de CartaCapital na cidade de origem do Movimento Brasil Livre, Vinhedo (SP), os irmãos Renan e Alexandre Santos, líderes do grupo, mantêm relações estreitas com o ex-prefeito Milton Serafim, do PTB; Serafim foi condenado a 32 anos de prisão por receber propina em troca da facilitação de licenças de loteamentos e também por envolvimento com a máfia dos sanguessugas; e com o vice Jaime Cruz, do PSDB, citado na máfia da merenda
Segundo investigação de CartaCapital na cidade de origem do Movimento Brasil Livre, Vinhedo (SP), os irmãos Renan e Alexandre Santos, líderes do grupo, mantêm relações estreitas com o ex-prefeito Milton Serafim, do PTB; Serafim foi condenado a 32 anos de prisão por receber propina em troca da facilitação de licenças de loteamentos e também por envolvimento com a máfia dos sanguessugas; e com o vice Jaime Cruz, do PSDB, citado na máfia da merenda (Foto: Roberta Namour)

247 - O Movimento Brasil Livre, que tornou-se símbolo de uma nova geração “apartidária, ética e politizada” contra o governo de Dilma Rousseff, possui ligações com políticos corruptos. Segundo investigação de CartaCapital na cidade de origem do Movimento Brasil Livre, Vinhedo, os irmãos Renan e Alexandre Santos, líderes do grupo, mantém relações estreitas com o ex-prefeito Milton Serafim, do PTB.

Serafim foi condenado a 32 anos de prisão por receber propina em troca da facilitação de licenças de loteamentos e também por envolvimento com a máfia dos sanguessugas. Eles também atuam em defesa do vice Jaime Cruz, do PSDB, citado na máfia da merenda.

“A dupla costuma frequentar a Câmara de Vereadores não para pedir investigações a respeito do tucano e de seu antecessor, mas para ameaçar os parlamentares de oposição”, diz o texto (leia aqui).

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