Dodge cobra da PF a análise das imagens recolhidas na empresa de operador de Temer

A procuradora Raquel Dodge enviou um ofício ao ministro do Edson Fachin cobrando a conclusão, pela Polícia Federal, da análise das imagens captadas pelas câmeras da Argeplan, empresa do coronel aposentado da PM João Baptista Lima Filho, amigo e operador de Michel Temer; Fachin autorizou o uso do material no inquérito dos portos, que tem Temer como um dos investigados

A procuradora Raquel Dodge enviou um ofício ao ministro do Edson Fachin cobrando a conclusão, pela Polícia Federal, da análise das imagens captadas pelas câmeras da Argeplan, empresa do coronel aposentado da PM João Baptista Lima Filho, amigo e operador de Michel Temer; Fachin autorizou o uso do material no inquérito dos portos, que tem Temer como um dos investigados
A procuradora Raquel Dodge enviou um ofício ao ministro do Edson Fachin cobrando a conclusão, pela Polícia Federal, da análise das imagens captadas pelas câmeras da Argeplan, empresa do coronel aposentado da PM João Baptista Lima Filho, amigo e operador de Michel Temer; Fachin autorizou o uso do material no inquérito dos portos, que tem Temer como um dos investigados (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin cobrando a conclusão, pela Polícia Federal, da análise das imagens captadas pelas câmeras da Argeplan, empresa do coronel aposentado da PM João Baptista Lima Filho, conhecido como coronel Lima e amigo de Michel Temer. Um HD com os vídeos foi recolhido pela PF no ano passado. 

Fachin autorizou o uso do material no inquérito dos portos, que tem Temer como um dos investigados, segundo a coluna Expresso. O disco rígido tem aproximadamente 1 terabyte em imagens. 

O delator e lobista do grupo J&F Ricardo Saud afirmou a procuradores que Temer pediu a ele que propina no valor de R$ 1 milhão fosse entregue ao coronel Lima. O dinheiro foi transportado por Florisvaldo Oliveira e entregue na Argeplan, informou Saud.

O ex-coronel Lima é réu na Justiça do Distrito Federal e é acusado de integrar uma organização criminosa. De acordo com o Ministério Público Federal, um grupo de integrantes do MDB formou um núcleo político para cometer crimes contra empresas e órgãos públicos. A suposta organização criminosa ficou conhecida como "quadrilhão do MDB". 

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