Dois anos de um golpe que nos levou à barbárie

"Hoje se completam dois anos que um circo comandado por Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados, desfechou um golpe contra a soberania do voto do povo brasileiro", avalia o jornalista Fernando Brito; "Dois anos depois temos um país dividido e sofrido, de quem estão tirando, até, a esperança de mudança nas eleições de outubro. O circo trágico de 17 de abril de 2016 está ardendo num incêndio do qual só se entrevêem as chamas", diz ele

"Hoje se completam dois anos que um circo comandado por Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados, desfechou um golpe contra a soberania do voto do povo brasileiro", avalia o jornalista Fernando Brito; "Dois anos depois temos um país dividido e sofrido, de quem estão tirando, até, a esperança de mudança nas eleições de outubro. O circo trágico de 17 de abril de 2016 está ardendo num incêndio do qual só se entrevêem as chamas", diz ele
"Hoje se completam dois anos que um circo comandado por Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados, desfechou um golpe contra a soberania do voto do povo brasileiro", avalia o jornalista Fernando Brito; "Dois anos depois temos um país dividido e sofrido, de quem estão tirando, até, a esperança de mudança nas eleições de outubro. O circo trágico de 17 de abril de 2016 está ardendo num incêndio do qual só se entrevêem as chamas", diz ele (Foto: Aquiles Lins)
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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Hoje se completam dois anos que um circo comandado por Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados,  desfechou um golpe contra a soberania do voto do povo brasileiro.

Entre apelos a mães, filhos e netos, o Brasil viu um espetáculo deprimente de fanatismo, insuflado pela mídia, contra uma mulher contra a qual, 48 meses depois, jamais se provou qualquer desonestidade.

A crise, nos prometiam, acabaria no dia seguinte.

O mundo despejaria investimentos no país, o desemprego cairia, o déficit público despareceria.

Livres do “lulopetismo” e do “bolivarianismo”, a paz e a fraternidade voltariam a reinar no país.

Dois anos depois temos um país dividido e sofrido, de quem estão tirando, até, a esperança de mudança nas eleições de outubro.

O cardeal do golpe, Eduardo Cunha, está na cadeia. O usurpador, não apenas metido em inquérito após inquérito, como apiado por apenas 5% da população. O “vencedor moral” das eleições, Aécio Neves, na iminência de se tornar réu, hoje, por um achaque de R$ 2 milhões.

Depois de mais e mais crise, mesmo o espasmo de recuperação econômica, cantado em prosa e verso pela mídia, deu chabu.

O caminho do poder está aberto, como há quase 30 anos atrás, para aventureiros de espírito autoritário.

O circo trágico de 17 de abril de 2016 está ardendo num incêndio do qual só se entrevêem as chamas.

Por enquanto.

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