Dona do Grupo Libra é presa em operação que mira aliados e amigos de Temer

Uma das sócias do Grupo Libra, Celina Torrealba, foi presa temporariamente pela Polícia Federal no âmbito da Operação Skala, que investiga o pagamento de propinas a Michel Temer e aliados por meio do chamado decreto dos portos, que teria beneficiado empresas do setor portuário; além de Celina Torrealba, a PF também prendeu  o empresário e advogado José Yunes, apontado como operador do esquema, o presidente da empresa Rodrimar, Antonio Celso Grecco, e ainda o ex-ministro de Agricultura Wagner Rossi, e o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo João Batista de Lima Filho, apontado como tesoureiro informal e laranja de Temer

Uma das sócias do Grupo Libra, Celina Torrealba, foi presa temporariamente pela Polícia Federal no âmbito da Operação Skala, que investiga o pagamento de propinas a Michel Temer e aliados por meio do chamado decreto dos portos, que teria beneficiado empresas do setor portuário; além de Celina Torrealba, a PF também prendeu  o empresário e advogado José Yunes, apontado como operador do esquema, o presidente da empresa Rodrimar, Antonio Celso Grecco, e ainda o ex-ministro de Agricultura Wagner Rossi, e o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo João Batista de Lima Filho, apontado como tesoureiro informal e laranja de Temer
Uma das sócias do Grupo Libra, Celina Torrealba, foi presa temporariamente pela Polícia Federal no âmbito da Operação Skala, que investiga o pagamento de propinas a Michel Temer e aliados por meio do chamado decreto dos portos, que teria beneficiado empresas do setor portuário; além de Celina Torrealba, a PF também prendeu  o empresário e advogado José Yunes, apontado como operador do esquema, o presidente da empresa Rodrimar, Antonio Celso Grecco, e ainda o ex-ministro de Agricultura Wagner Rossi, e o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo João Batista de Lima Filho, apontado como tesoureiro informal e laranja de Temer (Foto: Paulo Emílio)

247 - Uma das sócias do Grupo Libra, Celina Torrealba, foi presa temporariamente pela Polícia Federal no âmbito da Operação Skala, que investiga o pagamento de propinas a Michel Temer e aliados por meio do chamado decreto dos portos, que teria beneficiado empresas do setor portuário. A sede do Grupo Libra no Rio de Janeiro, também é alvo de um mandado de busca e apreensão.

O Grupo Libra é uma das empresas concessionárias do Porto de Santos e havia citado na delação premiada do doleiro Lúcio Funaro, em depoimentos na Operação Lava-Jato, como uma das empresas que teriam sido beneficiadas pela Medida Provisória (MP) dos Portos, editada por Temer no ano passado.

Além de Celina Torrealba, a PF prendeu na manhã desta quinta-feira (29) o empresário e advogado José Yunes, apontado como operador do esquema, o presidente da empresa Rodrimar, Antonio Celso Grecco, e ainda o ex-ministro de Agricultura Wagner Rossi, e o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo João Batista de Lima Filho, apontado como tesoureiro informal e laranja de Temer

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