Dono de barco que naufragou no Pará será indiciado

A Polícia do Pará vai indiciar Alcimar Almeida da Silva, proprietário do barco Capitão Ribeiro, que afundou com 52 pessoas na terça-feira (22), no Rio Xingu, deixando 23 mortos e dois desaparecidos, por ter colocado em risco a vida das pessoas, explicou o delegado de Porto de Moz, cidade onde ocorreu o naufrágio; cerca de 30 mil embarcações navegam pelos rios do Pará, mas apenas 128 delas são liberadas para o transporte de passageiros no Estado

A Polícia do Pará vai indiciar Alcimar Almeida da Silva, proprietário do barco Capitão Ribeiro, que afundou com 52 pessoas na terça-feira (22), no Rio Xingu, deixando 23 mortos e dois desaparecidos, por ter colocado em risco a vida das pessoas, explicou o delegado de Porto de Moz, cidade onde ocorreu o naufrágio; cerca de 30 mil embarcações navegam pelos rios do Pará, mas apenas 128 delas são liberadas para o transporte de passageiros no Estado
A Polícia do Pará vai indiciar Alcimar Almeida da Silva, proprietário do barco Capitão Ribeiro, que afundou com 52 pessoas na terça-feira (22), no Rio Xingu, deixando 23 mortos e dois desaparecidos, por ter colocado em risco a vida das pessoas, explicou o delegado de Porto de Moz, cidade onde ocorreu o naufrágio; cerca de 30 mil embarcações navegam pelos rios do Pará, mas apenas 128 delas são liberadas para o transporte de passageiros no Estado (Foto: Charles Nisz)

247 -  A polícia do Pará vai indiciar Alcimar Almeida da Silva, proprietário do barco Capitão Ribeiro, que afundou com 52 pessoas na terça-feira (22), no Rio Xingu, deixando 23 mortos e dois desaparecidos. “O proprietário incorreu no crime de ter colocado em risco a vida das pessoas”, explicou o delegado Élcio de Deus, de Porto de Moz.

Segundo a Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA) revelou que o barco já havia sido autuado em junho de 2017  por não ter autorização para fazer o transporte de passageiros. Mesmo sem a regularização, continuava a fazer viagens uma vez por semana no trajeto entre Santarém e Vitória do Xingu.

Em depoimento, Silva disse que viaja com autorização da Marinha até o município de Prainha, a distância de 170 km. Porém, no dia do naufrágio, o barco rumava para Vitória do Xingu, um percurso de 380 km - mais que o dobro autorizado pela Marinha. Segundo a Marinha, só havia permissão para o trajeto Santarém - Prainha.

Silva transportava 50 passageiros a mais do que o informado à Capitania dos Portos. Além disso, ao içar o barco naufragado do fundo do Rio Xingu, na manhã desta sexta, os bombeiros ficaram surpresos ao encontrar um automóvel dentro da embarcação. Cerca de 30 mil embarcações navegam pelos rios do Pará, mas apenas 128 delas são liberadas para o transporte de passageiros em todo o Estado.

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