Eduardo diz que é o cara errado para falar do Bolsogate

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) tentou se esquivar dos questionamentos de jornalistas sobre o Bolsogate; nesta quarta-feira (12), o filho de Jair Bolsonaro disse que não tem como falar sobre a vida de assessores do irmão, o senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), e saiu rapidamente; a pergunta que ele não quis responder foi sobre o assessor de seu irmão, Fabrício Queiroz, que foi flagrado pelo COAF em movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão em sua conta.

Eduardo diz que é o cara errado para falar do Bolsogate
Eduardo diz que é o cara errado para falar do Bolsogate (Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados)

247 - A família Bolsonaro faz um grande esforço para se esquivar dos questionamentos sobre o escândalo do Bolsogate. O esquiva da vez foi o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho de Jair Bolsonaro, que disse nesta quarta-feira (12) aos jornalistas que não tem como falar sobre a vida de assessores do irmão, o senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ). Ele se refere ao assessor Fabrício Queiroz, que foi flagrado pelo COAF em movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão em sua conta e até agora não apareceu para explicar o fato. 

"Eu lamento informar, mas a vida de um assessor do Flavio ou de algumas pessoas lá, assessores, eu não tenho como informar. Eu sou a pessoa errada para esse tipo de pergunta", declarou o parlamentar ao deixar reunião da bancada do PSL no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).

Não é a primeira vez que o deputado foge de perguntas sobre o Bolsogate. Ao ser questionado sobre o assunto na semana passada, ele disse não saber do assunto. Agora, argumentou ser deputado federal e passar maior parte do tempo entre Brasília e São Paulo.

O Bolsogate foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo, em reportagem que aponta que uma das transações do assessor Queiroz citadas no relatório do Coaf é um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

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