Eduardo nega nepotismo em indicação e diz que sabatina provará que está pronto para ser embaixador

Em meio à polêmica de sua indicação para assumir a embaixada do Brasil em Washington, Eduardo Bolsonaro disse que a sabatina a que será submetido pelo Senado será “um bom momento” para provar” que está preparado para ocupar o cargo. Em nova demonstração de submissão aos EUA, ele também atacou o PT ao afirmar que este será o momento de “estreitar essas relações com os EUA após anos do Brasil virando as costas para o governo norte americano, principalmente durante o período dos governos do PT”

(Foto: Reprodução/Twitter)

247 - Em meio à polêmica de sua indicação para assumir a embaixada do Brasil em Washington, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, disse que sabatina a que será submetido pelo Senado será “um bom momento” para provar” que está preparado para ocupar o cargo. Ele também atacou o PT ao afirmar que este será o momento de “estreitar essas relações com os EUA após anos do Brasil virando as costas para o governo norte americano principalmente durante o período dos governos do PT”. 

Para o parlamentar, a indicação para o cargo, feita pelo pai, Jair Bolsonaro, não configura nepotismo. “ Estou confiante, estou esperançoso, mas depende do Senado Federal neste momento, já que o presidente fez a indicação, fui aprovado no agrément. Pela parte dos Estados Unidos, eles não enxergam problema nenhuma nessa minha indicação, a sumula vinculante do STF é bem clara, inexiste a possibilidade de nepotismo”, disse.

Nesta terça-feira, Jair Bolsonaro disse que poderia rever a indicação do filho para um dos mais altos postos diplomáticos do país caso não tivesse o apoio da maioria dos senadores. Segundo ele, Eduardo não poderia ser submetido a um “fracasso”. Nesta quarta-feira (21), porém, ele voltou atrás e disse que a indicação estava mantida. 

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Para o parlamentar, as críticas à sua indicação são uma espécie de “terceiro turno eleitoral” promovido pela imprensa. “O que ele colocou ali: uma parte da imprensa tenta fazer um terceiro turno das eleições, tentar prejudicar o presidente através de uma interpretação totalmente contrária. Jair Bolsonaro não conversou comigo sobre qualquer eventual, possível, possibilidade de talvez recusa, isso aí nunca existiu”, afirmou. 

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