El País: o que foi iniciado pelos caminhoneiros ganhou outra proporção

O jornal espanhol foi às ruas de São Paulo e Recife para ouvir opiniões sobre a paralisação dos caminhoneiros,  e constatou que, apesar do apoio da população ao movimento, "há quem acredite que a solução para a atual crise brasileira seja uma intervenção militar", além da "falta de interesse pelas eleições de outubro"".

O jornal espanhol foi às ruas de São Paulo e Recife para ouvir opiniões sobre a paralisação dos caminhoneiros,  e constatou que, apesar do apoio da população ao movimento, "há quem acredite que a solução para a atual crise brasileira seja uma intervenção militar", além da "falta de interesse pelas eleições de outubro"".
O jornal espanhol foi às ruas de São Paulo e Recife para ouvir opiniões sobre a paralisação dos caminhoneiros,  e constatou que, apesar do apoio da população ao movimento, "há quem acredite que a solução para a atual crise brasileira seja uma intervenção militar", além da "falta de interesse pelas eleições de outubro"". (Foto: Paulo Emílio)

247 - Nesta segunda-feira atípica, com baixa circulação de automóveis e a maior parte dos postos ainda sem combustível, o EL PAÍS foi às ruas de São Paulo e Recife para ouvir opiniões sobre a paralisação dos caminhoneiros, que já completa oito dias, informam Marina Rossi e André de Oliveira. "Seja no centro da capital pernambucana ou em diferentes pontos da cidade paulista, a reportagem ouviu uma mesma afirmação: 'Sou favorável às manifestações'.

A partir daí, contudo, os discursos mudam. Há quem acredite que a solução para a atual crise brasileira seja uma intervenção militar, há quem refute esse pedido enfaticamente. Entre uma opinião e outra, contudo, sobressai uma falta de interesse pelas eleições de outubro, uma descrença generalizada na política brasileira e a impressão de que o que foi iniciado pelos caminhoneiros ganhou outra proporção".

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