“Eles gritavam Bolsonaro presidente”, diz advogada vítima de atentado no acampamento em Curitiba

A advogada Marcia Koakoski da Silveira foi uma das duas pessoas feridas por causa dos tiros disparados contra o Acampamento Marisa Letícia, em Curitiba (PR). "Quando fui ao banheiro, é que começou o confronto entre os vigante e os bandidos vestidos de Bolsonaro Ele gritavam o tempo todo 'Bolsonaro, presidente'", disse ela à sua colega Tânia Mandarino, também advogada; relato publicado no Diario do Centro do Mundo; acesse o link do vídeo

A advogada Marcia Koakoski da Silveira foi uma das duas pessoas feridas por causa dos tiros disparados contra o Acampamento Marisa Letícia, em Curitiba (PR). "Quando fui ao banheiro, é que começou o confronto entre os vigante e os bandidos vestidos de Bolsonaro Ele gritavam o tempo todo 'Bolsonaro, presidente'", disse ela à sua colega Tânia Mandarino, também advogada; relato publicado no Diario do Centro do Mundo; acesse o link do vídeo
A advogada Marcia Koakoski da Silveira foi uma das duas pessoas feridas por causa dos tiros disparados contra o Acampamento Marisa Letícia, em Curitiba (PR). "Quando fui ao banheiro, é que começou o confronto entre os vigante e os bandidos vestidos de Bolsonaro Ele gritavam o tempo todo 'Bolsonaro, presidente'", disse ela à sua colega Tânia Mandarino, também advogada; relato publicado no Diario do Centro do Mundo; acesse o link do vídeo (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A advogada Marcia Koakoski da Silveira foi uma das duas pessoas feridas por causa dos tiros disparados contra o Acampamento Marisa Letícia, em Curitiba (PR). "Quando fui ao banheiro, é que começou o confronto entre os vigante e os bandidos vestidos de Bolsonaro Ele gritavam o tempo todo 'Bolsonaro, presidente'", disse ela à sua colega Tânia Mandarino, também advogada. Os relatos foram publicados no Diario do Centro do Mundo, que também publicou dois vídeo com a advogada.

As balas fizeram buracos em banheiro químico e os estilhaços atingiram Marcia no ombro, mas não foi grave. "Estávamos dormindo. E ouvimos uns gritos e um grupo de pessoas gritando que iam voltar e matar aquelas pessoas. Foi uma situação delicada, ficamos assustados", contou ela.

Acesse o link de dois vídeos publicados no DCM

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