Em Davos, Moro fala sobre corrupção, mas desconversa sobre o caso Queiroz

O ministro da Justiça, Sergio Moro, rejeitou uma eventual percepção de que o governo Jair Bolsonaro pode fazer populismo sobre corrupção, mas depois de ser questionado sobre o risco de o governo Bolsonaro ser afetado por investigações em torno de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flavio Bolsonaro; "Não me cabe comentar sobre isso, mas as instituições estão funcionando"

Em Davos, Moro fala sobre corrupção, mas desconversa sobre o caso Queiroz
Em Davos, Moro fala sobre corrupção, mas desconversa sobre o caso Queiroz (Foto: Esq.: Fabio Pozzebom - ABR)

247- O ministro da Justiça, Sergio Moro, rejeitou nesta terça-feira (22) uma eventual percepção de que o governo Jair Bolsonaro pode fazer populismo sobre corrupção, mas depois de ser questionado sobre o risco de o governo Bolsonaro ser afetado por investigações em torno de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flavio Bolsonaro, o ministro foi incisivo.

"O governo tem discurso forte contra a corrupção e vem adotando práticas sobre algo que não foi feito em 30 anos no Brasil, que é não vender posições ministeriais na barganha pelo poder. E nomeou pessoas técnicas. O compromisso do governo é forte contra a corrupção", disse Moro.

O titular da pasta desconversou sobre o caso Queiroz. "Não me cabe comentar sobre isso, mas as instituições estão funcionando".

De acordo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Queiroz fez movimentação atípica de R$ 1,2 milhão. O órgão também apontou que entre junho e julho de 2017 foram efetuados 48 depósitos em dinheiro numa conta de Flávio Bolsonaro que totalizam R$ 96 mil. O teor do documento foi divulgado pelo Jornal Nacional.

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