Em missa de 7º dia de reitor, padre pede luta contra estado de exceção

Missa de sétimo dia da morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, realizada na última segunda-feira (9), em Florianópolis, foi marcada por um pedido feito pelo padre Vilson Groh para que a população lute contra o "estado de exceção" que vem sendo implantado no Brasil; segundo ele, é preciso lutar para manter a "garantia dos direitos humanos constitucionais construídos historicamente com muito sangue e luta de muita gente"; assista

Missa de sétimo dia da morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, realizada na última segunda-feira (9), em Florianópolis, foi marcada por um pedido feito pelo padre Vilson Groh para que a população lute contra o "estado de exceção" que vem sendo implantado no Brasil; segundo ele, é preciso lutar para manter a "garantia dos direitos humanos constitucionais construídos historicamente com muito sangue e luta de muita gente"; assista
Missa de sétimo dia da morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, realizada na última segunda-feira (9), em Florianópolis, foi marcada por um pedido feito pelo padre Vilson Groh para que a população lute contra o "estado de exceção" que vem sendo implantado no Brasil; segundo ele, é preciso lutar para manter a "garantia dos direitos humanos constitucionais construídos historicamente com muito sangue e luta de muita gente"; assista (Foto: Paulo Emílio)

247 - A missa de sétimo dia da morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, realizada na última segunda-feira (9), em Florianópolis, foi marcada por um pedido feito pelo padre Vilson Groh para que a população lute contra o "estado de exceção" que vem sendo implantado no Brasil.

"Que a gente não vá para casa e fique no divã. Nós fomos convocados a lutar e a romper com esse estado de exceção", disse o pároco. Segundo ele, é preciso lutar para manter a "garantia dos direitos humanos constitucionais construídos historicamente com muito sangue e luta de muita gente".

O padre pediu, ainda, que a população lute por uma universidade cada vez mais pública, aberta aos mais pobres, e não-privatizada, além de pedir que as pessoas não deem trégua a todos os processos de injustiça. "Façam uma resistência gentil, mas firme contra o Estado de Exceção instaurado no país", destacou.

Veja a íntegra da fala do padre Vilson Groh, em vídeo divulgado pelos Jornalistas Livres:

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