Em nota, PSOL condena 'ataque brutal aos povos indígenas'

Reunido no Encontro Nacional Ecossocialista, o PSOL divulgou uma nota hipotecando total solidariedade ao povo Wajãpi, brutalmente atacado na semana passada, numa ação que resultou no assassinato do líder indígena Emyra Wajãpi, de 68 anos

(Foto: Sputnik)

247 - Reunido no Encontro Nacional Ecossocialista, o PSOL divulgou uma nota hipotecando total solidariedade ao povo Wajãpi, brutalmente atacado na semana passada, numa ação que resultou no assassinato do líder indígena Emyra Wajãpi, de 68 anos. O crime ocorreu no interior do estado do Amapá e foi cometido, segundo denúncias da Funai por um grupo de sicários fortemente armados, que não só invadiu mas também ocupou a aldeia indígena. 

"Mais um ataque brutal aos povos indígenas e dessa vez a vítima é o povo Wajãpi, no Amapá", assinala a nota do PSOL, que alerta para uma . "grande ameaça de banho de sangue se não houver uma imediata intervenção do Estado brasileiro".   

Segundo os ecossocialistas, o ataque "é mais um da série de violências que os povos indígenas do Brasil vêm sofrendo desde o dia em que Bolsonaro ganhou a eleição em 2018".   

O PSOL denuncia que o desrespeito aos direitos dos indígenas "decorre diretamente do discurso e da prática criminosa do governo Bolsonaro, que claramente se coloca contra os povos originários e estimula a invasão das terras ancestrais e das unidades de conservação por grupos mineradores, madeireiros, grileiros de terras da União, todos interessados na exploração ilegal e predatória das riquezas da floresta".  

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