Email anônimo denunciou “falcatruas” em 2008

Intitulado 'O Vigilante', e usando o nome fictício Norberto Andrade Camargo, uma junção de três empreiteiras investigadas na Lava Jato, ele denunciou a diretores da Petrobras "maracutaias e acertos" que depois de cinco anos vieram à tona com as investigações

Intitulado 'O Vigilante', e usando o nome fictício Norberto Andrade Camargo, uma junção de três empreiteiras investigadas na Lava Jato, ele denunciou a diretores da Petrobras "maracutaias e acertos" que depois de cinco anos vieram à tona com as investigações
Intitulado 'O Vigilante', e usando o nome fictício Norberto Andrade Camargo, uma junção de três empreiteiras investigadas na Lava Jato, ele denunciou a diretores da Petrobras "maracutaias e acertos" que depois de cinco anos vieram à tona com as investigações (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Por meio de um email anônimo, um funcionário da Petrobras que se autointitula 'O Vigilante' alertou diretores sobre irregularidades em contratações na empresa em 2008.

"Continua a ser praticada livremente toda a sorte de 'maracutaias e acertos' nas cúpulas da nossa Petrobras. Isso precisa acabar", dizia trecho da mensagem, divulgada pela Folha de S. Paulo nesta segunda-feira 22.

O autor usa o nome fictício Norberto Andrade Camargo, uma junção de três empreiteiras investigadas na Lava Jato: Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa.

Segundo a reportagem, o email foi enviado a quatro diretores e 16 executivos da estatal. Entre eles estão Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Nestor Cerveró, todos réus na Lava Jato, além de Sérgio Machado, presidente da Transpetro, e de Venina Velosa da Fonseca, que disse à imprensa ter avisado Graça Foster sobre irregularidades.

Assim como fizeram alguns dos delatores, o funcionário descreve a existência de um "clube" de empreiteiras, que loteava obras pagando propina a diretores da empresa. Ele diz ainda que a não aplicação da Lei das Licitações pela Petrobras estimulou "falcatruas e desmandos".

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