Emílio Odebrecht reconhece erros e diz que grupo não pode ter elos podres

Maior acionista do grupo Odebrecht e pai do ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht, preso na Lava Jato, fez um discurso nesta quarta-feira 6 em que reconheceu erros cometidos pela empresa e que resultaram na prisão de Marcelo há mais de um ano; ele disse que não irá mais tolerar erros do gênero; segundo ele, as empresas do grupo não podem ter "elos podres", seja qual for a situação

Maior acionista do grupo Odebrecht e pai do ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht, preso na Lava Jato, fez um discurso nesta quarta-feira 6 em que reconheceu erros cometidos pela empresa e que resultaram na prisão de Marcelo há mais de um ano; ele disse que não irá mais tolerar erros do gênero; segundo ele, as empresas do grupo não podem ter "elos podres", seja qual for a situação
Maior acionista do grupo Odebrecht e pai do ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht, preso na Lava Jato, fez um discurso nesta quarta-feira 6 em que reconheceu erros cometidos pela empresa e que resultaram na prisão de Marcelo há mais de um ano; ele disse que não irá mais tolerar erros do gênero; segundo ele, as empresas do grupo não podem ter "elos podres", seja qual for a situação (Foto: Paulo Emílio)

247 - Maior acionista do grupo Odebrecht e pai do ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht, Emílio Odebrecht, reconheceu os erros cometidos pela empresa, que é um dos alvos da Operação Lava Jato e que resultaram na prisão de Marcelo há mais de um ano, e disse que não irá mais tolerar erros do gênero.

A afirmação foi feita em um seminário que reuniu 150 gestores do grupo em São Paulo para discutir o futuro da empreiteira, segundo relato publicado na Folha de S. Paulo. Segundo o empresário, o grupo não irá mais repetir os erros cometidos e não se omitirá mais, como já fez em ocasiões anteriores. Ele também observou que as empresas do grupo não podem ter "elos podres" seja qual for a situação.

O patriarca do grupo empresarial observou, ainda, que a companhia deverá encolher em termos quantitativos, mas que amadurecerá me termos de qualidade ao término do processo. Emílio também ressaltou o que chamou de ato nível de interferência do Estado na vida dos cidadãos, mas afirmou que isso não justifica as práticas adotadas pelo grupo.

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