Empreiteira divulga nota fiscal da propina

Advogado José Luiz de Oliveira Lima, que defende a Galvão Engenharia, apresentou à Justiça uma nota fiscal de R$ 660 mil emitida pela empresa LFSN Consultoria; segundo ele, o valor foi pago ao empresário Shinko Nakandakari, para que a construtora não fosse vítima de retaliações em seus contratos; "Meu cliente foi vítima dos crimes de extorsão e concussão", diz Oliveira Lima; ao todo, as propinas somariam R$ 8,8 milhões

Advogado José Luiz de Oliveira Lima, que defende a Galvão Engenharia, apresentou à Justiça uma nota fiscal de R$ 660 mil emitida pela empresa LFSN Consultoria; segundo ele, o valor foi pago ao empresário Shinko Nakandakari, para que a construtora não fosse vítima de retaliações em seus contratos; "Meu cliente foi vítima dos crimes de extorsão e concussão", diz Oliveira Lima; ao todo, as propinas somariam R$ 8,8 milhões
Advogado José Luiz de Oliveira Lima, que defende a Galvão Engenharia, apresentou à Justiça uma nota fiscal de R$ 660 mil emitida pela empresa LFSN Consultoria; segundo ele, o valor foi pago ao empresário Shinko Nakandakari, para que a construtora não fosse vítima de retaliações em seus contratos; "Meu cliente foi vítima dos crimes de extorsão e concussão", diz Oliveira Lima; ao todo, as propinas somariam R$ 8,8 milhões (Foto: Leonardo Attuch)

247 - A empreiteira Galvão Engenharia decidiu aprofundar sua colaboração com a Justiça. Nesta quinta-feira, a construtora, defendida pelo advogado José Luiz de Oliveira Lima apresentou comprovantes de que pagou R$ 8,8 milhões a uma empresa de consultoria do engenheiro Shinko Nakandakari.

Esta empresa seria usada para recolher propinas para o gerente-executivo Pedro Barusco e para a diretoria de Renato Duque na Petrobras, segundo reportagem dos jornalistas Rubens Valente e Mario Cesar Carvalho (leia aqui).

Segundo o advogado Oliveira Lima, a empresa foi vítima dos crimes de extorsão e concussão. Se não pagasse, diz ele, alvo de retaliação em seus contratos. "Meu cliente foi vítima dos crimes de extorsão e concussão", disse ele.

O mesmo argumento foi usado por outra empreiteira em sua defesa: a Mendes Júnior.

 

 

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