Empreiteiro traz novo personagem à Lava Jato

Segundo Erton Fonseca (esq.), presidente da Galvão Engenharia, o empresário Shinko Nakandakari, que atuava em parceria com Pedro Barusco (dir.), que já se dispôs a devolver US$ 97 milhões, seria mais um operador do esquema; Nakandakari teria cobrado uma propina de R$ 5 milhões

Segundo Erton Fonseca (esq.), presidente da Galvão Engenharia, o empresário Shinko Nakandakari, que atuava em parceria com Pedro Barusco (dir.), que já se dispôs a devolver US$ 97 milhões, seria mais um operador do esquema; Nakandakari teria cobrado uma propina de R$ 5 milhões
Segundo Erton Fonseca (esq.), presidente da Galvão Engenharia, o empresário Shinko Nakandakari, que atuava em parceria com Pedro Barusco (dir.), que já se dispôs a devolver US$ 97 milhões, seria mais um operador do esquema; Nakandakari teria cobrado uma propina de R$ 5 milhões (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O executivo Erton Fonseca, da Galvão Engenharia, introduziu um novo personagem na Operação Lava Jato.

Trata-se do empresário Shinko Nakandakari, que atuaria em parceria com Pedro Barusco, o gerente que se comprometeu a devolver US$ 97 milhões desviados.

Segundo Fonseca, Nakandakari recolheu propina de R$ 5 milhões (leia aqui reportagem de Rubens Valente e Mario Cesar Carvalho).

A Galvão diz ter sido vítima de extorsão: ou pagava suborno ou não obtinha novos contratos com a estatal.

"Erton Fonseca contou que teve uma uma reunião com a presença de Barusco para tratar da propina. A empresa foi orientada a pagar um percentual que variava de 0,5% a 1% sobre o valor dos contratos", diz a reportagem.

Como a empresa fechou o contratos de R$ 4,1 bilhões, o valor chegaria a R$ 41 milhões.

 

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