EUA pedem que americanos evitem ir à Bahia

Consulado dos Estados Unidos sugere que seus cidados s vo ao Estado em casos essenciais; 10% dos pacotes para o Carnaval de Salvador j foram cancelados; movimento de turistas registra queda h algum tempo

EUA pedem que americanos evitem ir à Bahia
EUA pedem que americanos evitem ir à Bahia (Foto: RICARDO CARDOSO/AGÊNCIA ESTADO)

Rebeca Bastos_Bahia247 - O consulado dos Estados Unidos da América, no Rio de Janeiro, emitiu nota na última sexta-feira (3) em que pede que os americanos evitem vir para a Bahia. O texto adverte sobre condições de insegurança provocada pela greve da Polícia Militar e relata bloqueio de avenidas, saques e arrastões na cidade.

As autoridades norte americanas sugeriram que seus cidadãos monitorem as notícias sobre as condições de segurança em Salvador e na Bahia e que considerem adiar viagens "não essenciais" à região até que as condições de segurança se estabilizem.

O conhecimento da nota chega em um dia de preocupação para o trade turístico do Estado, que já contabiliza o cancelamento de 10% dos pacotes para o Carnaval, grande vitrine de Salvador e do Brasil.

Turismo da cidade agoniza

A manutenção de Salvador como uma cidade turística exige da Prefeitura de Salvador diversas providências como um cidade segurança com limpeza urbana e qualificação da mão de obra, o que tem ficado a desejar. Outra queixa dos gestores de empresas de turismo é a pouca divulgação da cidade.

Leia parte do texto publicado na página do consulado

"Essa mensagem é um alerta aos cidadãos americanos no que tange a segurança relativa uma greve estadual da Polícia Militar, no estado da Bahia, que começou na quarta-feira (01). As áreas afetadas incluem pontos turísticos e de negócios de Salvador.

Houve notícias de saques, bloqueios das principais ruas e arrastões. Até então não há registro de perturbação a cidadãos americanos. As forças de segurança brasileira foram chamadas para manter a ordem e já circulam na cidade.

Urge aos cidadãos americanos monitorar a através dos veículos de comunicação as condições de segurança em Salvador e no interior do estado da Bahia e considerar atrasar qualquer viagem não essencial a essas áreas até que as condições de seguranças estejam estabilizadas", diz o texto.

A reportagem do Bahia 247 tentou entrar em contato durante toda a tarde e início da noite com Pedro Galvão, presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), mas ele não retornou às ligações.

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