Executivos da Camargo devem poupar políticos

O primeiro depoimento do presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e do vice-presidente, Eduardo Leite, devem prestar nesta quinta-feira (5) o primeiro depoimento aos investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal como parte do acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. Apesar da expectativa, os executivos não devem revelar nenhum político “graúdo” em seus depoimentos, uma vez que não teriam como comprovar a relação de outras empresas suspeitas de formação de cartel para fraudar e superfaturar obras públicas federais

O primeiro depoimento do presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e do vice-presidente, Eduardo Leite, devem prestar nesta quinta-feira (5) o primeiro depoimento aos investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal como parte do acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. Apesar da expectativa, os executivos não devem revelar nenhum político “graúdo” em seus depoimentos, uma vez que não teriam como comprovar a relação de outras empresas suspeitas de formação de cartel para fraudar e superfaturar obras públicas federais
O primeiro depoimento do presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e do vice-presidente, Eduardo Leite, devem prestar nesta quinta-feira (5) o primeiro depoimento aos investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal como parte do acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. Apesar da expectativa, os executivos não devem revelar nenhum político “graúdo” em seus depoimentos, uma vez que não teriam como comprovar a relação de outras empresas suspeitas de formação de cartel para fraudar e superfaturar obras públicas federais (Foto: Aquiles Lins)

247 - O primeiro depoimento do presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e do vice-presidente, Eduardo Leite, devem prestar nesta quinta-feira (5) o primeiro depoimento aos investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal como parte do acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. Apesar da expectativa, os executivos não devem revelar nenhum político “graúdo” em seus depoimentos, uma vez que não teriam como comprovar a relação dos diretores de outras empresas suspeitas de formarem um cartel para fraudar e superfaturar obras públicas federais.

Já o Ministério Público avalia que mesmo que não sejam revelados nomes de políticos envolvidos no esquema, os depoimentos ajudarão a identificar os caminhos feitos pelo dinheiro desviado, auxiliando a sua recuperação e a identificação dos envolvidos. O ponto forte dos depoimentos deverá estar centrado na construção de obras ligadas ao setor energético, como as usinas de Belo Monte e Jirau.

Pelo acordo de delação premiada, Avancini terá que cumprir um ano em prisão domiciliar  e em seguida, por um período inferior a cinco anos, em um regime pelo qual poderia sair para trabalhar durante o dia. Ele também terá que pagar uma multa de R$ 2,5 milhões. Os benefícios, contudo, ainda, precisam ser aprovados juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato.

 

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