Exército diz que portarias sobre controle de armas foram revogadas para "não quebrar o setor"

Em ofício enviado ao STF, general Laerte de Souza Santos disse que as portarias que facilitavam a rastreabilidade de armas e munições foram revogadas para não “inviabilizar economicamente” a indústria e os clubes de tiro, uma das bases de apoio de Jair Bolsonaro

(Foto: REUTERS/Diego Vara)
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247 - Em um ofício enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o general Laerte de Souza Santos, chefe do Comando Logístico do Exército (Colog), disse que a revogação das portarias que facilitavam a rastreabilidade de armas e munições foi feita para não “inviabilizar economicamente” o setor. 

Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o general destacou no ifício enviado à Corte que as normas foram canceladas após empresas de armas e munições, além de Clubes de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) – uma das bases de apoio de Jair Bolsonaro – questionarem as exigências acerca do rastreamento. 

“Tal obrigatoriedade gerou vários questionamentos, tanto por empresas quanto por CACs e que marcação das armas e munições poderia “inviabilizar economicamente as atividades dos setores”. 

O ofício justificando a revogação das portarias 40, 60 e 61, que foram revogadas em abril por uma decisão de Jair Bolsonaro, foi em reposta a uma ação movida pelo PDT pedindo que as portarias voltassem a valer. 

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