Exército: risco de crise social nos diz respeito

"Estamos vivendo situação extremamente difícil, crítica, uma crise de natureza política, econômica, ética muito séria e com preocupação que, se ela prosseguir, poderá se transformar numa crise social com efeitos negativos sobre a estabilidade", afirmou o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas; "E aí, nesse contexto, nós nos preocupamos porque passa a nos dizer respeito diretamente", prosseguiu 

MANAUS, 26/03/2014 SESSAO ESPECIAL DE EM HOMENAGEM AO GENERAL VILLAS BOAS, COMANDANTE GERAL DO COMANDO MILITAR DA AMAZONIA. FOTO: TIAGO CORREA / CMM
MANAUS, 26/03/2014 SESSAO ESPECIAL DE EM HOMENAGEM AO GENERAL VILLAS BOAS, COMANDANTE GERAL DO COMANDO MILITAR DA AMAZONIA. FOTO: TIAGO CORREA / CMM (Foto: Roberta Namour)
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247 - O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirma ver risco de a atual crise virar uma "crise social" que afetaria a estabilidade do país, o que, segundo ele, diria respeito às Forças Armadas.

"Estamos vivendo situação extremamente difícil, crítica, uma crise de natureza política, econômica, ética muito séria e com preocupação que, se ela prosseguir, poderá se transformar numa crise social com efeitos negativos sobre a estabilidade", afirmou. "E aí, nesse contexto, nós nos preocupamos porque passa a nos dizer respeito diretamente", prosseguiu.

Villas Bôas deu as declarações em inédita videoconferência na sexta (9) para 2.000 oficiais temporários da reserva, os R2.

Em nota sobre a declaração, a instituição citou artigo da Constituição que afirma que as Forças Armadas "destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem", sob autoridade presidencial.

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Leia aqui reportagem de Rodrigo Vizeu sobre o assunto.

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