Faça sinal a ‘quem sabe que direitos humanos não é defender bandido’, disse tucana a Bolsonaro

A senadora eleita Mara Gabrilli (PSDB-SP), defensora dos direitos humanos, fez apelos ao presidente eleito Jair Bolsonaro para que diferencie os discursos de 'defesa dos direitos humanos' e 'defesa de bandido'. Ela disse que "uma parcela do país está assustada" com a ascensão dele ao poder e pediu um gesto. Para a senadora eleita, preservar a pasta seria um sinal a quem "sabe que direitos humanos não é defender bandido, e sim valorizar os mais vulneráveis, os que mais precisam do governo"

Faça sinal a ‘quem sabe que direitos humanos não é defender bandido’, disse tucana a Bolsonaro
Faça sinal a ‘quem sabe que direitos humanos não é defender bandido’, disse tucana a Bolsonaro (Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados)

247 - A senadora eleita Mara Gabrilli (PSDB-SP), defensora dos direitos humanos, fez apelos ao presidente eleito Jair Bolsonaro para que diferencie os discursos de 'defesa dos direitos humanos' e 'defesa de bandido'. Ela disse que "uma parcela do país está assustada" com a ascensão dele ao poder e pediu um gesto. Para a senadora eleita, preservar a pasta seria um sinal a quem "sabe que direitos humanos não é defender bandido, e sim valorizar os mais vulneráveis, os que mais precisam do governo".

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "a fala de Mara contraria um dos mantras de apoiadores de Bolsonaro, que veem viés ideológico na defesa dos direitos humanos. No dia anterior à reunião com as parlamentares eleitas, ele havia dito que uma pasta em sua gestão abarcaria "tudo isso aí: mulher, igualdade racial...".

Segundo a matéria, "a previsão era a de que políticas públicas voltadas a minorias fossem concentradas no recém-anunciado Ministério da Cidadania. Na conversa com o presidente eleito, Gabrilli disse que ele não poderia deixar de olhar para as mulheres, as pessoas com deficiência, as que têm doenças raras e os negros."

 

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