Fachin homologa delação contra Temer e Aécio

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava Jato na Corte, Luiz Edson Fachin, homologou a delação premiada dos empresários do grupo JBS, Joesley e Wesley Batista; em suas delações, eles afirmaram terem gravado Michel Temer dando o aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) depois dele ter sido preso na Lava Jato; empresários também gravaram o pagamento de uma propina de R$ 2 milhões para o ex-senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG)

Ministro Edson Fachin durante sessão extraordinária da 1ª turma do STF . Foto: Nelson Jr./SCO/STF (09/12/2015)
Ministro Edson Fachin durante sessão extraordinária da 1ª turma do STF . Foto: Nelson Jr./SCO/STF (09/12/2015) (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava Jato na Corte, Luiz Edson Fachin, homologou a delação premiada dos empresários do grupo JBS, Joesley e Wesley Batista.

Em suas delações, eles afirmaram terem gravado Michel Temer dando o aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) depois dele ter sido preso na Lava Jato. Os empresários também gravaram o pagamento de uma propina de R$ 2 milhões para o ex-senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG).

Na gravação, feita em março deste ano, Joesley diz a Temer que está pagando mensalmente a Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma espécie de mesada em troca do silêncio deles na prisão. Temer então afirma que "tem que manter isso, viu?".

Em outra gravação, Aécio Neves pede R$ 2 milhões em propina ao empresário alegando que precisa do dinheiro para pagar os advogados que atuam na sua defesa no âmbito da Lava Jato.

 

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