Fachin nega pedido de Funaro para devolver notas promissórias

Apontado como operador de propinas de políticos do PMDB, Lúcio Bolonha Funaro pediu ao STF a devolução de nove notas promissórias, no valor de R$ 1 milhão cada, apreendidas durante operação da PF; de acordo com o recurso, Funaro pretende negociar valores que uma de suas empresas, a Araguaia Comercializadora de Energia Elétrica, tem a receber de um cliente; o ministro Edson Fachin consultou a procuradora Raquel Dodge, e negou o pedido

Apontado como operador de propinas de políticos do PMDB, Lúcio Bolonha Funaro pediu ao STF a devolução de nove notas promissórias, no valor de R$ 1 milhão cada, apreendidas durante operação da PF; de acordo com o recurso, Funaro pretende negociar valores que uma de suas empresas, a Araguaia Comercializadora de Energia Elétrica, tem a receber de um cliente; o ministro Edson Fachin consultou a procuradora Raquel Dodge, e negou o pedido
Apontado como operador de propinas de políticos do PMDB, Lúcio Bolonha Funaro pediu ao STF a devolução de nove notas promissórias, no valor de R$ 1 milhão cada, apreendidas durante operação da PF; de acordo com o recurso, Funaro pretende negociar valores que uma de suas empresas, a Araguaia Comercializadora de Energia Elétrica, tem a receber de um cliente; o ministro Edson Fachin consultou a procuradora Raquel Dodge, e negou o pedido (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O operador do mercado Lúcio Bolonha Funaro pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a devolução de nove notas promissórias, no valor de R$ 1 milhão cada, apreendidas durante operação da Polícia Federal. É que informa a coluna Expresso nesta quinta-feira (8).

De acordo com o recurso, Funaro pretende negociar valores que uma de suas empresas, a Araguaia Comercializadora de Energia Elétrica, tem a receber de um cliente. O ministro Edson Fachin consultou a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e negou o pedido.

A procuradora afirmou que a companhia da qual Funaro é sócio e a empresa que lhe deve apareceram em comunicados do Coaf, o radar de transações suspeitas no mercado financeiro.

Preso desde junho de 2016, Funaro é 

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