Fernando Brito: Fuga de Fauzi é consequência da omissão da PF e da PGR

A notícia de que Eduardo Fauzi, suspeito de lançar coquetéis molotov contra a produtora do grupo Porta dos Fundos, na madrugada de 24 de dezembro, está foragido na Rússia deixa claro o resultado da omissão da Polícia Federal e do Ministério Público Federal diante do atentado

Eduardo Fauzi
Eduardo Fauzi (Foto: Reprodução)
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247 - "Não é preciso ser nenhum adivinho para saber que, se o caso estivesse sendo investigado como o que é: um crime federal (basta ler a Lei 13.260/16), dificilmente ele teria saído do país, mesmo sendo pessoa com recursos, como provam os R$ 12o mil apreendidos em um dos seus apartamento", escfreve Fernando Brito no Tijolaço.

Acompanhe a cronologia.

No dia 28, Luís Nassif publicou, no GGN, a informação de um mensagem criptografada de que Fauzi era o líder do ataque. A mesma informação chegou à Polícia.

Só no dia seguinte, à tarde, Fauzi tomou o voo que o levaria a Paris e, a seguir, a Moscou.

Tempo mais que suficiente para ser emitida uma ordem de prisão preventiva e para a sua inclusão nos registros que os policiais federais, no aeroporto, consultam antes de permitir que alguém embarque.

Agora, a repatriação de Fauzi, que depende do Governo Federal, deve demorar, a não ser que o governo da Rússia tome, ele próprio, a iniciativa de repatriá-lo. Há, no acordo, cláusula preventiva contra “indesejáveis”.

Brasil e Rússia têm um acordo de vistos de curta duração, que permite a permanência por até 90 dias a cada período de 180 dias, a contar da primeira entrada no país. Como Fauzi, segundo as notícias, tem uma namorada Russa, é possível que esteja usando um destes, não precisando se submeter a emissão às pressas de um visto original.

Como a PF, Moro e o Procurador Augusto Aras não quiseram o caso, Fauzi fugiu do Brasil pela porta da frente.

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