Força Sindical não irá a “protesto dos coxinhas”, diz dirigente da central

Secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, diz que a central, como instituição, "não organiza, não participa e não incentiva" as manifestações em defesa do impeachment da presidente Dilma programadas para domingo 16; segundo ele, "o que acontece é que tem sindicalistas que são filiados ao Solidariedade e que poderão estar lá"; Juruna chamou os atos de "protesto dos coxinhas"

Secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, diz que a central, como instituição, "não organiza, não participa e não incentiva" as manifestações em defesa do impeachment da presidente Dilma programadas para domingo 16; segundo ele, "o que acontece é que tem sindicalistas que são filiados ao Solidariedade e que poderão estar lá"; Juruna chamou os atos de "protesto dos coxinhas"
Secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, diz que a central, como instituição, "não organiza, não participa e não incentiva" as manifestações em defesa do impeachment da presidente Dilma programadas para domingo 16; segundo ele, "o que acontece é que tem sindicalistas que são filiados ao Solidariedade e que poderão estar lá"; Juruna chamou os atos de "protesto dos coxinhas" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A Força Sindical não irá apoiar, como instituição, as manifestações em defesa do impeachment da presidente Dilma Rousseff programadas para o domingo 16.

"No protesto dos coxinhas? Não! A gente não vai para esse protesto, não", disse à Folha de S. Paulo o secretário-geral da central sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

Segundo ele, "o que acontece é que tem sindicalistas que são filiados ao Solidariedade e que poderão estar lá", mas que trata-se de uma "decisão partidária".

A entidade tem como uma das principais lideranças o deputado Paulinho da Força (SD-SP), um dos que mais defendem o golpe contra Dilma. O parlamentar é fundador e presidente nacional do partido Solidariedade.

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