Funaro denuncia mercado de delações no Brasil e se diz pronto a colaborar

O empresário Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, afirmou, em entrevista, que pretende colaborar com os investigadores da Operação Lava-Jato; “Sem dúvida estou aqui para colaborar”, disse ele rejeitando, porém, assumir o papel de delator; “Só delata quem cometeu o crime, e eu não cometi”, afirmou; para ele, existe no país "um mercado de delações"; "O que me incomoda é que, na minha vida, sempre que fiz denúncias à PGR, e foram várias, as fiz com prova do que falava. Hoje, basta falar, falar, falar…”, criticou

O empresário Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, afirmou, em entrevista, que pretende colaborar com os investigadores da Operação Lava-Jato; “Sem dúvida estou aqui para colaborar”, disse ele rejeitando, porém, assumir o papel de delator; “Só delata quem cometeu o crime, e eu não cometi”, afirmou; para ele, existe no país "um mercado de delações"; "O que me incomoda é que, na minha vida, sempre que fiz denúncias à PGR, e foram várias, as fiz com prova do que falava. Hoje, basta falar, falar, falar…”, criticou
O empresário Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, afirmou, em entrevista, que pretende colaborar com os investigadores da Operação Lava-Jato; “Sem dúvida estou aqui para colaborar”, disse ele rejeitando, porém, assumir o papel de delator; “Só delata quem cometeu o crime, e eu não cometi”, afirmou; para ele, existe no país "um mercado de delações"; "O que me incomoda é que, na minha vida, sempre que fiz denúncias à PGR, e foram várias, as fiz com prova do que falava. Hoje, basta falar, falar, falar…”, criticou (Foto: Valter Lima)
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247 - O empresário Lúcio Bolonha Funaro, apontado como operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, afirmou, em entrevista ao site da Veja que pretende colaborar com os investigadores da Operação Lava-Jato. “Sem dúvida estou aqui para colaborar ”, disse, rejeitando, porém, assumir o papel de delator. “Só delata quem cometeu o crime, e eu não cometi”, afirmou.

O empresário, denunciado pela Procuradoria-Geral da República por desvio de dinheiro na Caixa Econômica Federal, alega que é vítima de um mercado de delações premiadas. “Existe um mercado de delações em andamento, e a Procuradoria-Geral da República deve tomar cuidado com isso, sob pena de acabar prejudicando toda a operação”, afirma.

“Não entendo como a PGR aceita este tipo de delação, mas irei demonstrar o que falo ao longo do processo. O que me incomoda é que, na minha vida, sempre que fiz denúncias à PGR, e foram várias, as fiz com prova do que falava. Hoje, basta falar, falar, falar…”, disse.

Neste link a entrevista.

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