Gaspari diz que Moro pode chegar ao "topo da árvore". Odebrecht?

"Quem olha para o trabalho do juiz Moro e do Ministério Público pode ter um receio. Abrindo demais o leque, ele se arrisca a comprometer a essência da investigação. Como ele tem conseguido preservar sigilos, pode-se ter a esperança de que o principal objetivo da operação é ir de galho em galho, para chegar ao topo da árvore", diz o jornalista Elio Gaspari; Seria a Odebrecht, a maior empreiteira brasileira, acusada por Paulo Roberto Costa de pagar uma propina de US$ 23 milhões a ele e ainda incólume?

"Quem olha para o trabalho do juiz Moro e do Ministério Público pode ter um receio. Abrindo demais o leque, ele se arrisca a comprometer a essência da investigação. Como ele tem conseguido preservar sigilos, pode-se ter a esperança de que o principal objetivo da operação é ir de galho em galho, para chegar ao topo da árvore", diz o jornalista Elio Gaspari; Seria a Odebrecht, a maior empreiteira brasileira, acusada por Paulo Roberto Costa de pagar uma propina de US$ 23 milhões a ele e ainda incólume?
"Quem olha para o trabalho do juiz Moro e do Ministério Público pode ter um receio. Abrindo demais o leque, ele se arrisca a comprometer a essência da investigação. Como ele tem conseguido preservar sigilos, pode-se ter a esperança de que o principal objetivo da operação é ir de galho em galho, para chegar ao topo da árvore", diz o jornalista Elio Gaspari; Seria a Odebrecht, a maior empreiteira brasileira, acusada por Paulo Roberto Costa de pagar uma propina de US$ 23 milhões a ele e ainda incólume? (Foto: Leonardo Attuch)

247 - No artigo A marcha da insensatez, o jornalista Elio Gaspari contesta a estratégia de defesa das empreiteiras e afirma que elas estariam desprezado o chamado "efeito Papuda".

"Como até hoje nenhuma empreiteira, salvo a Setal, reconheceu ter delinquido, parece até que a delinquência é da Polícia Federal, do Ministério Púbico e do Judiciário", diz ele. "A "repactuação" só pode começar pactuando-se a verdade. Se de fato houve uma "denúncia vazia de um criminoso confesso", como disse Marcelo Odebrecht, referindo-se ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, então sua empresa nada tem a ver com a história, merece os devidos pedidos de desculpas e "Paulinho" deve voltar para a carceragem. Se a Camargo Corrêa, a Mendes Júnior e a OAS nunca praticaram atos ilícitos, dá-se o mesmo e nada há a repactuar."

Segundo Gaspari, "as empreiteiras estão rodando um programa vencido."

"Quem olha para o trabalho do juiz Moro e do Ministério Público pode ter um receio. Abrindo demais o leque, ele se arrisca a comprometer a essência da investigação. Como ele tem conseguido preservar sigilos, pode-se ter a esperança de que o principal objetivo da operação é ir de galho em galho, para chegar ao topo da árvore." 

Seria a Odebrecht, a maior empreiteira brasileira, acusada por Paulo Roberto Costa de pagar uma propina de US$ 23 milhões a ele e ainda incólume?

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