General da reserva ameaça STF com golpe militar

 “Se acontecer tanta rasteira e mudança da lei, aí eu não tenho dúvida de que só resta o recurso à reação armada. Aí é dever da Força Armada restaurar a ordem. Mas não creio que chegaremos lá", disse o general da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, referindo-se à hipótese de o ex-presidente Lula, condenado sem provas, poder ser canditado

 “Se acontecer tanta rasteira e mudança da lei, aí eu não tenho dúvida de que só resta o recurso à reação armada. Aí é dever da Força Armada restaurar a ordem. Mas não creio que chegaremos lá", disse o general da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, referindo-se à hipótese de o ex-presidente Lula, condenado sem provas, poder ser canditado
 “Se acontecer tanta rasteira e mudança da lei, aí eu não tenho dúvida de que só resta o recurso à reação armada. Aí é dever da Força Armada restaurar a ordem. Mas não creio que chegaremos lá", disse o general da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, referindo-se à hipótese de o ex-presidente Lula, condenado sem provas, poder ser canditado (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Um general da reserva, chamado Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, decidiu pressionar o Supremo Tribunal com a ameaça de um golpe militar, caso a Constituição seja preservada e o ex-presidente Lula, condenado sem provas por reformas no triplex da OAS, permaneça livre e possa concorrer à presidência da República em 2018.

As informações são de Marcelo Godoy, no jornal Estado de S. Paulo:

O general de exército da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa afirmou ao Estado que, se o Supremo Tribunal Federal (STF) deixar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva solto, estará agindo como “indutor” da violência entre os brasileiros, “propagando a luta fratricida, em vez de amenizá-la”. 

Lessa foi além. Disse que, se o tribunal permitir que Lula se candidate e se eleja presidente, não restará outra alternativa do que a intervenção militar. “Se acontecer tanta rasteira e mudança da lei, aí eu não tenho dúvida de que só resta o recurso à reação armada. Aí é dever da Força Armada restaurar a ordem. Mas não creio que chegaremos lá.”

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