General que defende golpe de 64 é indicado para Funai

Único partido a fazer indicação para a vaga, o PSC encaminhou a Michel Temer o nome do general da reserva do Exército Sebastião Roberto Peternelli Júnior para presidir a Funai; em março passado, Peternelli postou uma imagem nas redes sociais em homenagem ao golpe militar de 1964 –"52 anos que o Brasil foi livre do maldito comunismo. Viva nossos bravos militares! O Brasil nunca vai ser comunista", dizia a postagem

Único partido a fazer indicação para a vaga, o PSC encaminhou a Michel Temer o nome do general da reserva do Exército Sebastião Roberto Peternelli Júnior para presidir a Funai; em março passado, Peternelli postou uma imagem nas redes sociais em homenagem ao golpe militar de 1964 –"52 anos que o Brasil foi livre do maldito comunismo. Viva nossos bravos militares! O Brasil nunca vai ser comunista", dizia a postagem
Único partido a fazer indicação para a vaga, o PSC encaminhou a Michel Temer o nome do general da reserva do Exército Sebastião Roberto Peternelli Júnior para presidir a Funai; em março passado, Peternelli postou uma imagem nas redes sociais em homenagem ao golpe militar de 1964 –"52 anos que o Brasil foi livre do maldito comunismo. Viva nossos bravos militares! O Brasil nunca vai ser comunista", dizia a postagem (Foto: Roberta Namour)

247 - O general da reserva do Exército Sebastião Roberto Peternelli Júnior, 61, confirmou o convite do PSC (Partido Social Cristão) para presidir a Funai (Fundação Nacional do Índio).

Em março passado, Peternelli postou uma imagem nas redes sociais em homenagem ao golpe militar de 1964 –"52 anos que o Brasil foi livre do maldito comunismo. Viva nossos bravos militares! O Brasil nunca vai ser comunista", dizia a postagem.

Segundo reportagem de Rubens Valente, o PSC – único partido que fez a indicação para o cargo, encaminhou o nome do general ao presidente interino, que ainda não deu resposta.

O militar foi candidato a deputado federal por São Paulo em 2014, mas não se elegeu.

Peternelli disse que preferia não falar sobre seus planos para a pasta. "Tem diversos assuntos [sobre o índio], antes temos que ouvir as lideranças indígenas e os funcionários da Funai", disse (leia aqui).

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