General Ramos sai em defesa de Bolsonaro e diz que ele "sequer pensa em atacar as instituições"

Ministro da Secretaria-Geral de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, saiu em defesa de Jair Bolsonaro no episódio em que ele divulgou um vídeo de apoio à convocação de manifestações contra o Congresso, no próximo dia 15 de março. Segundo Ramos, “em nenhum momento o presidente sequer pensa em atacar as instituições" e que Bolsonaro teria ficado "emocionado" com as imagens utilizadas

general Luiz Eduardo Ramos
general Luiz Eduardo Ramos (Foto: Marcos Corrêa/PR)
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247 - O ministro da Secretaria-Geral de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, saiu em defesa de Jair Bolsonaro no episódio em que ele divulgou um vídeo de apoio à convocação de manifestações contra o Congresso, no próximo dia 15 de março. Segundo Ramos, “em nenhum momento o presidente sequer pensa em atacar as instituições".

Declaração do ministro foi feita pouco após o próprio Bolsonaro usar as redes sociais para afirmar que as mensagens tinham “cunho pessoal", em uma tentativa de minimizar as reações de lideranças políticas e institucionais – como os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma Rousseff e Fernando Henrique Cardoso –, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello e do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, entre outros. 

Segundo Ramos, o vídeo não contém ataques ao Congresso e as cenas  utilizadas “emocionaram” Bolsonaro. O presidente não fez o vídeo. E o vídeo não ataca o Congresso em nenhum momento. As cenas são emotivas, mostram o presidente levando a facada [na campanha eleitoral de 2018], defendem o governo. Ele ficou emocionado e compartilhou com amigos, em um grupo reservado e restrito", disse Ramos de acordo com reportagem do blog da jornalista Mônica Bergamo. 

Ainda conforme a reportagem, Ramos teria afirmado que Bolsonaro "não postou o vídeo nas redes sociais. Não tem nada no Instagram, no Facebook, no Twitter. Não há pronunciamento ou manifestação do presidente atacando o Congresso. Em nenhum momento o presidente sequer pensa em atacar as instituições. Ele apenas compartilhou uma manifestação de apoio ao governo dele".

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