GGN: Delação que não serve para apurar acórdão serve contra o PT

"A delação do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, denunciando um 'grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo', não serviu nem para basear uma investigação contra a cúpula do PMDB por tentativa de obstruir a Lava Jato. Mas a força-tarefa de Curitiba quer aproveitá-la para investigar suposta irregularidade na doação oficial feita por empreiteiras a políticos do PT", escreve Cíntia Alves, no Jornal GGN

"A delação do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, denunciando um 'grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo', não serviu nem para basear uma investigação contra a cúpula do PMDB por tentativa de obstruir a Lava Jato. Mas a força-tarefa de Curitiba quer aproveitá-la para investigar suposta irregularidade na doação oficial feita por empreiteiras a políticos do PT", escreve Cíntia Alves, no Jornal GGN
"A delação do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, denunciando um 'grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo', não serviu nem para basear uma investigação contra a cúpula do PMDB por tentativa de obstruir a Lava Jato. Mas a força-tarefa de Curitiba quer aproveitá-la para investigar suposta irregularidade na doação oficial feita por empreiteiras a políticos do PT", escreve Cíntia Alves, no Jornal GGN (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "A delação do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, denunciando um 'grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo', não serviu nem para basear uma investigação contra a cúpula do PMDB por tentativa de obstruir a Lava Jato. Mas a força-tarefa de Curitiba quer aproveitá-la para investigar suposta irregularidade na doação oficial feita por empreiteiras a políticos do PT", escreve Cíntia Alves, no Jornal GGN.

"Estadão reportou com destaque que a ex-ministra do governo Dilma Rousseff Ideli Salvati virou alvo de um inquérito que a Polícia Federal instaurou a pedido do Ministério Público. Isto porque Machado disse às autoridades da Lava Jato que fecharam seu acordo de delação (o mesmo que a PF disse que era imprestável para processar Romero Jucá e outros) que Ideli recebeu oficialmente R$ 500 mil da Camargo Corrêa para a eleição de 2010", diz a jornalista.

"No caso de Ideli, não há em nenhum das 2 reportagens do Estadão sobre o assunto, divulgadas nesta segunda (15), indícios do que Machado entregou à Lava Jato como provas do que narrou contra a ex-ministra".

A jornalista lembra que, "em julho de 2017, a delegada da Polícia Federal Graziela Machado da Costa e Silva desqualificou a colaboração de Machado". "O relatório assinado por ela foi divulgado e ajudou o governo Temer a abafar o escândalo em torno das gravações de conversas sobre o 'grande acordo'".

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