GGN: Lava Jato quer provar denúncia contra Gleisi só com delações

Além de não conseguir rastrear qualquer operação de pagamento à presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, "procuradores construíram o caso apenas com base em delações contraditórias. Mais do que isso: as delações sem provas materiais foram usadas para provar outras delações", diz texto publicado no Jornal GGN

Além de não conseguir rastrear qualquer operação de pagamento à presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, "procuradores construíram o caso apenas com base em delações contraditórias. Mais do que isso: as delações sem provas materiais foram usadas para provar outras delações", diz texto publicado no Jornal GGN
Além de não conseguir rastrear qualquer operação de pagamento à presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, "procuradores construíram o caso apenas com base em delações contraditórias. Mais do que isso: as delações sem provas materiais foram usadas para provar outras delações", diz texto publicado no Jornal GGN (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "A Lava Jato não levantou nenhuma prova de que a senadora Gleisi Hoffmann tenha recebido R$ 1 milhão do operador Alberto Youssef para sua campanha em 2010, em troca de beneficiar, e não se sabe como nem quando, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa", diz texto publicado no Jornal GGN. "Além de não conseguir rastrear qualquer operação de pagamento à petista, os procuradores construíram o caso apenas com base em delações contraditórias. Mais do que isso: as delações sem provas materiais foram usadas para provar outras delações".

De acordo com a publicação, "a banca que defende Gleisi frisou que os dois principais delatores do caso são Alberto Youssef e seu sócio e também réu delator Antonio Peruccini. Ambos são defendidos pela banca de Figueiredo Bastos, acusado recentemente de vender 'proteção' a doleiros em Curitiba". "Depois de ser desmentido por outros delatores e mudar de versão mais de 5 vezes, Youssef disse que disponibilizou R$ 1 milhão para Gleisi em 2010 e quem fez o pagamento em 4 viagens de carro entre São Paulo e Curitiba foi seu sócio, Peruccini. Mas os procuradores não conseguiram levantar provas nem das viagens, nem da existência do dinheiro, muito menos de contato entre Peruccini e o empresário Ernesto Kugler, que teria recebido os recursos em nome da senadora".

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